quarta-feira, 30 de março de 2011

Que seja como desejamos.

Que a felicidade não seja como as frutas que são postas esquecidas no centro da mesa e, só lembradas quando estão maduras demais.
Que a felicidade não seja como a chuva, que molha a terra e depois deparece por ter sido evaporada pelo sol.
Que essa mesma felicidade a que me refiro seja invasora de nossos corações vividos de amor e desejo de mais.
FELICIDADE!
A todos os nossos seres de bem e mal. Afinal, todos nós, independente de qualquer coisa que faça, merecemos uma chance de ser feliz.
Beijos!
Feliciades!
Muitas felicidades!


(André Luiz)

sexta-feira, 25 de março de 2011

Sou...

...O vento que sopra em sua nuca.
...O sol que arde em sua pele.
...O cisco de areia que agita o seu olho.
...A sobra da sopa que você bebe.
...Aquilo que te dá calafrio a noite.
...O som do ronco que atormenta a ti.
...O sonho encantado de agora.
...O eu alucinado pelo teu assim.
...Tudo aquilo que você quiser.
Desde que esse "seu" esteja onde você estiver.

(André Luiz)

Nosso amor



(Nó de amor)

Não é nó que se desata tão fácil.
Nem tão pouco é cego que não se possa enxergar.
Não é passageiro e nem repentino.
É continuo.
Nosso amor é por um acaso que ainda não sabemos.
Nem o até quando nos foi revelado.
Nosso amor é laço e vamos levando.
Nó a nó sem desatar.

(André Luiz)

Te olhar e te ter

Te olhar não é erro, nem raiva, nem maldade, nem tão pouco desprezo.

Te olhar é desejo que me arde. É fogo que queima e me incendeia por dentro de tanto amar. É arte manhã de ganhar um carinho, um dengo, abraço... Teu corpo colado ao meu.

Te olhar é o que mais faço quando estou com você, pois, não é perca de tempo, já que te tenho o tempo completo.

(André Luiz)

Meu caminhão carregado de amor



No fim do mês faz um tempo.
No fim do mês faz tempo.
No fim do mês.
Que nosso corpos se enrolaram.
Que nossas bocas se beijaram.
Que tudo nosso se tornou um só.
Que meu coração é teu.
Que teu coração é meu.
Que tudo, tudo é assim.
No fim do mês,
Te amo!


(André Luiz)

O tempo para e a gente continua



Pele macia e delicada
Curvas que me atrai alucinado
Beijo ardente
Lábios decentes
Gosto bom a beijar

Nuca delicada e receptiva
Um arrepio...
Um suspirar ofegante
E um gozo arredio

Corpo maneiro e escultural
Coxas roliças e carnais
Meu espaço clima quente
Nossa pele agora rente
Uma e outra se encosta
E tudo não existe mais

Somente os dois no instante
No momento carnal e final
Me domina por completo
Aquele ser de alma e cor
Brilha em monte ao entardecer
Faz loucuras com a luz
Faz loucuras com meu ser

No fim de tudo se escuta
Não é o tilintar das palmas
Aplausos não existe aqui
O que se escuta no fim
É a respiração cansada
É o dizer de dois seres
Que se amam e se deleitam
Que se unem em um contexto
De amar, amar sem fim

Na mente fica agora rente
Sem parar de pensar em reagir
Outro dia quando chegar
Vamos parar o tempo pra não ter fim
Assim ficaremos acordados
E viveremos a felicidade
De uma noite eterna de amor

Meu corpo em teu corpo
E a certeza que nosso mundo pode girar
Sem que nossa noite possa acabar

Meu amor
Minha luz
Minha lua
Meu sonhar
Te amo minha linda
Sem duvidas e sem penar

O tempo para e a gente continua
O tempo passa e a terra a girar


(André Luiz)

Tem de tudo o nada.

Tem um ser,
Um ver.
Daquilo que tem
Nada lhe é tirado
Nem por ele
Nem por ninguém.
Tudo é seu.
Tudo e mais o que quiser.
Mas, a ganancia é maior que sua simplicidade.
Fazer o que com essa imensa maldade?
Tem de tudo um nada.
E mesmo que tenha tudo que seja algo,
Ainda não vai lhe satisfazer.
Nem por ele
Nem por ninguém.
Tem um ser.
Lhe falta permanecer.
Lhe falta o tudo que é nada.

(André Luiz)