sábado, 29 de outubro de 2011

Sinto...

Falta...
Do apreço para se ver;
Do sentar de cadeirinha;
Do copo de água pedido para ser buscado;
Da vergonha da vizinha ao ver nós se beijando.

Sinto falta do que não tem.

Sinto falta...
Da emoção em ver e escutar minha poesia;
Da saudade que bate quando não se vê;
Da solidão de só pensar em estar só;
Principalmente de estar só para se pensar.

Sinto falta em você.
E mesmo sinto falta de você.

Sinto falta...

Me cai a precisão e penso no descaso que é.
Não parecer com o que deseja,
Se parecesse não teria graça.
É saber aceitar como a vida é.

"O bom é que quando se quer, se aprende a conviver com essa vontade mal preenchida ou se faz por onde mudar algo em si. Em nós."   

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Felicidade

Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!

Fernando Pessoa



segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Palavras libertam!

Quero em palavras dizer o que sinto, Compartilhar... O que me aprisiona calado. Palavras. Que são contra as coisa que me aprisiona. Coisas essas que não me deixam ir por todos os lugares.
As palavras. Palavras essas libertadoras, palavras que livram uma alma.
Livre! Agora sou livre! Pois escutei um "Eu Te Amo!" de você.

(André Luiz)

Eu, você e os pássaros.

Você conhece um pássaro!
Já viu ele voando e pairando no ar!
Lembra?
Na praia!
Ficamos iluminados observando as manobras de um surf no vento.
O pássaro ia e depois, tudo novamente, repetidas vezes, como se fosse novo para ele o que fazia naquele fim de tarde.
Nós dois, lá, observando abismados com tamanha liberdade o pássaro, querendo nós estar em seu lugar.
Sabe o porque de relatar esse fato?
Hoje, podemos ser como aquele pássaro.
Desfrutar do surf da vida, embarcando em ventos mesmo que ferozes, pairar neles de asas abertas, de braços abertos , sentir seu frescor e sua força. Fazer o que aquele pássaro faz, estando lado a lado, não somente nos fim de tardes, mas, por todo o dia, em uma só prancha.
Preciso amor.
Precisamos.
Não podemos ficar o resto de nossas vidas em um lugar apertadinho, sem sentir tudo isso de bom.
Um pássaro precisa de espaço para que possa abrir suas asas.  
Nós precisamos um do outro para podermos voar.
Juntos vamos para o sul no inverno e no verão voltaremos para casa.

(André Luiz)

Sonhos

Quem fala que são de mão beijada se enganam.
São conquistados.
São ditos também como realizações no final de tudo.
Quem falou que daria esperança em um sonho seu, pode não está mais aqui.
Talvez até esqueceu que você existe.
Porém, por você não podem ser esquecidos, engavetados com outras coisas que são empatadas de existir.
Você não pode esquecer do sonho que é seu.
Não pode.

(André Luiz) 

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Ato de amar.

Não são eles que me fazem bem.
Seus sapatos, guardanapos também.
É o seu olhar que me cativa quando olha.
É o seu pensar e falar em futuros acolhimentos.
É o seu jeito de dizer que me ama,
Que me dá a certeza de que
Por mais que brigamos,
Há sempre uma forma de dizer que te amo.

(André Luiz) 

Rimas de nós dois.

Não quero te falar das minhas tristezas e nem das minhas desilusões.
Tudo o que é meu é seu. Não as minhas descontentações.
Felicidades em dobro quero viver e dividir contigo.
Só não quero dividir os inimigos, pois são fogo que queima meu pensamento.
Só eles me lembram o que há de ruim no mundo.
Você não, só me lembra beleza.
Mas, de tudo que há em você não é só perfeição.
Há o contrário também em sua mão.
Qual ser humano é tão certinho que não erre então?
Formas simples de dizer que não abro mão.

(André Luiz)

Tic, tac...

É o som do tempo que passa se arrastando cansado.
Tic, tac...
Penso em você a cada letra que soa nesse...
Tic, tac...
Que passa com o tempo que passa.
Puxa!
Quanto tempo falta...?
Xi!
Muito ainda.
Faz tão pouco tempo que te vi e já estou com saudade.

(André Luiz)

O vento.

Sopra cada vez mais forte e faz balançar em grupo as folhas das finas e imensas árvores do jardim. Rebola ao longe aquelas que não mais conseguem se fixar e embaraçam as outras. Agora ele sopra com mais força. Faz ranger os caules em contato com pressão criando um som agudo.
Imagine se esse mesmo vento arrancasse as mesmas árvores de onde estão. Deixaria uma profunda marca. Arrasaria tudo.

(André Luiz)


Posso ouvir o vento passar,
assistir à onda bater,
mas o estrago que faz
a vida é curta pra ver...
Eu pensei..
Que quando eu morrer
vou acordar para o tempo
e para o tempo parar:
Um século, um mês,
três vidas e mais
um passo pra trás?
Por que será?
... Vou pensar.
- Como pode alguém sonhar
o que é impossível saber?
- Não te dizer o que eu penso
já é pensar em dizer
e isso, eu vi,
o vento leva!
- Não sei mais
sinto que é como sonhar
que o esforço pra lembrar
é a vontade de esquecer...
E isso por que?
Diz mais!
Uh... Se a gente já não sabe mais
rir um do outro meu bem então
o que resta é chorar e talvez,
se tem que durar,
vem renascido o amor
bento de lágrimas.
Um século, três,
se as vidas atrás
são parte de nós.
E como será?
O vento vai dizer
lento o que virá,
e se chover demais,
a gente vai saber,
claro de um trovão,
se alguém depois
sorrir em paz.
Só de encontrar... Ah!!!
Morrer? Somente a saudade quando a gente se encontrar.
"O frio que me arrebenta, não se compara ao calor que me aquecerá quando você chegar. Tudo a seu tempo e com um gosto enorme."

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Temos que dar valor a tudo...


Valor as migalhas de pão que caem quando mordemos o inteiro, aos restos de refrigerante, pastéis, sanduíches... Que deixamos na mesa da lanchonete por não ter coragem de levar, as roupas que por mais velhas que sejam (Há pessoas que nem as velhas tem para vestir), o lençol remendado (Os mais velhinhos são os mais gostosos de se usar. Não é mesmo?). Em fim, a tudo que temos e que muitas vezes não imaginamos que são tão importantes.
O pior de tudo isso, para muitos, sabe o que é? 
É que somente percebemos o valor de cada coisa, quando as perdemos.


(André Luiz)

domingo, 17 de julho de 2011

A razão de escrever sobre nós.

São os versos que escrevo para você... Releio todos, todos os instantes do dia que posso. É para lembrar dos momentos que passamos juntos e querer reviver cada um novamente, de um modo melhor e mais intenso.
Cada palavra contém um gesto de afeto, felicidade, enfim, tudo de bom que já vivemos.
Um dia, quando pararmos para ver o que de bom ficou de nossa estória, poderemos ler cada uma delas. Poderemos mostrar a vontade de se ter um amor tão bom, demostrado em escritas de palavras.
E nada disso é algo estranho que alguém não possa fazer o mesmo. Basta querer.
Que nossas estórias sejam escritas por muito tempo e que nelas cada um possa estar feliz.

(André Luiz)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Desafios




Eles vem como um presente embrulhado em papel colorido envolto com fitas de cetim. A impressão é que dele, você vai tirar todo o proveito, mas esse pensamento vem somente depois que você se vê seguro no meio, depois de tempos. A principio a temeridade com o embrulho é de assustar. Parece que você nunca passou ou viu aquilo e mesmo que seja a segunda vez, sempre vai ter aquele famoso frio na barriga.
Desafios são postos para aqueles que sabem enfrentar de cara.
Há aqueles que vão aos poucos e que se encorajam no meio do caminho, mostrando o contrário do que muitos pensavam. Há outros que permanecem no mesmo lugar e comprovam o que pensavam. Estou lutando para permanecer na primeira opção.
Sem eles não seriamos guerreiros!
Sem eles não teríamos forças para viver e crescer cada vez mais.


(André Luiz)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

"Como as plantas a amizade não deve ser muito nem pouco regada"

Carlos Drummont de Andrade

Do nosso caminho ao meu.

Seguimos nossos caminhos em passadas curtas e cheias de imperfeições. Encontramos obstáculos antes enfrentados, daqueles que só nos trazem a lembrança de que ainda não abrimos os olhos para o que poderia realmente precisar agora. Tantas vezes eles são enfrentados que aos poucos vão se tornando fácil demais para nós mesmo. Vão se tornando menos amargo. Vão se adaptando ao nosso dia a dia e acabam sendo parte nossa. (Se não aprende, se torne um.). Quando menos esperamos, já estamos se tornando um obstáculo na vida de muita gente, e eles começam a nos enfrentar. Uns ganham, outros acabam por continuar nos enfrentando e se tornando a mesma coisa que nós.
.
Sigo meu caminho em passadas curtas e cheia de imperfeições. Encontro obstáculos antes enfrentados por mim que só me trazem a lembrança de que ainda não abri os olhos para o que poderia realmente precisar agora. Tantas vezes eu os enfrento que aos poucos vão se tornando fácil demais para mim mesmo. Vão se tornando menos amargos. Vão se adaptando ao meu dia a dia e acabam sendo parte minha. (Se não aprendo, me torno um.). Quando menos espero, já estou me tornando um obstáculo na vida de muita gente, e eles começam a me enfrentar. Uns ganham, outros acabam por continuar me enfrentando e se tornando a mesma coisa que eu.

Pronto, está feita a irmandade.

(André Luiz)

terça-feira, 31 de maio de 2011

Então, para quê servem?

   Não são elas que te dizem o que quero na hora que eu quero. Nem tão pouco te dão a solução de achar o contrário na hora que te faço algo e você fica em dúvida do que fiz, se foi para te magoar ou não.
   Não são minhas palavras que me exprimem de verdade e sim meus gestos, sejam lá eles quem forem. Pelo menos esses saem e todos prestam atenção. A detalhada atenção no que eles fazem, ou melhor, no que eles são capazes de deixar eu mesmo fazer. Ai, quando faço, me aparecem as palavras, mas, não as minhas, e sim, as suas. Me dizem o que fiz e o que não fiz. Agora, as suas, são escutadas minunciosamente.
   Um pouco de coragem deveriam ter para expressar algo que tenho, mas, isso não é a verdade que queria que fosse. Tudo se exprime na aspereza de que minhas palavras não são conforto. Nem para mim, nem para ninguém. Simplesmente elas mais parecem lances de um gorgomilo inflamado que se deixa largar entre suas paredes as palavras que se vão no vento afora. Que com um piscar de olhos desaparecem sem ninguém ter percebido que estavam lá.
   E assim, continuo a pensar unicamente que meus gestos é que me expressão verdadeiramente.


(André Luiz)


"Amo como amo o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?"

Fernando Pessoa

sábado, 21 de maio de 2011

Hoje eu acordei com uma vontade danada...

   ...De mandar flores ao delegado, de mandar bom dia, de beijar o português na padaria... (Zeca Baleiro).
   Pois é, não deu... (Los Heramanos).

   Acordei de supetão com o barulho que adentrava pela porta central de minha mais nova morada. Eram rastejos de chinelas nos pés que cansados e tropegos, não aguentavam mais se equilibrar centimetros do chão.
   Despertei...
   Aquela vontade de sair correndo, ou melhor, andando mesmo, me veio a tona. Que loucura essa! Ás cinco da manhã seria, com o frio que estava fazendo. Mas, acordei com aquela vontade.
   Hoje sinto que o dia vai ser diferente. Não sei se para melhor ou para pior (Pena de mim). De ambas as partes, estarei feliz por estar vivo e esperar mais um em que essa vontade me venha a tona denovo e que eu possa ter tempo para fazer.
   Tempo!!!???
   Esse fica para depois. Tchau!

(André Luiz)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Coisas acontecem...



 Meu coração pedia um tempo. Pra que isso tinha que acontecer? Ele é o meu lar de sentimentos que transborda quando quer. Tem dias que se faz de doido pra melhor passar, no outro já não consegue mais. Ai vem a tona, tudo o que estava entalado na porta. Tudo sai pra rua e rola ladeira abaixo. Algumas coisas acabam caindo em algum bueiro mais a frente, outras acabam que a continuar rolar ladeira a baixo sem ter como parar. Eis a questão. Porque inventaram coração? Seria melhor que fosse uns cartões de encaixe no peito do qual a gente pudesse armazenar os dados e depois apagar, sem ter como recuperar depois (viagem da minha cabeça). Vai ver!
 Mas, alguma coisa acontece em meu coração, como já dizia nosso grandioso Caetano Velozo em uma de suas músicas da qual trata muito bem de emoções que vivia em uma cidade ao simplesmente cruzar uma avenida. Bem, emoções a parte, corações batendo. Cá estou eu, com o meu acontecendo.
 Alguma coisa acontece em meu coração e essa eu não sei se vai ser o que espero.
 O tempo, hoje já não mais tem. Somente amanhã. Continua a transbordar. Até a hora em que rolar tudo ladeira abaixo eu tentarei esta com ele batendo e acontecendo.


(André Luiz)

Erro

O importante em errar, não é mostrar o que aconteceu, independente do tempo que leve.


Folhas que são amassadas, não voltam a serem lisinhas como antes. Esses amassados são marcas. Eles permanecem, somente para não retomar-mos o mesmo erro. 


Sou humano também e erro profundamente muitas vezes. Há como erro!

"Se minhas palavras não são capazes de te dizer algo que quero, que elas sejam capazes de te mostrar pelo menos qual o caminho seguir para você chegar até a resposta de o porque que errei".


(André Luiz)

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Mais músculos ao sorrir.

Quando beijamos, movimentamos cerca de 29 músculos e gastamos cerca de 12 a 14 calorias. E os japoneses dizem que para cada beijo dado diminuimos 03 minutos de vida.
Quando sorrimos movimentamos cerca de 72 músculos.Melhor ainda quando movimentamos eles muitas vezes ao dia.O nome do músculo que contrai os lábios é o orbicular. Mas há um envolvimento de outros como os zigomáticos superiores e inferiores. Bem como outros.
O músculo dos olhos são os que mais trabalham. Estima-se que eles se movimentem mais de 100.000 por dia.
Quando andamos usamos os músculos. Eles são também os responsáveis por manter nosso corpo em pé.
Para cada caso, utilizamos um tipo de músculo.
Até mesmo quando estamos tristes. Para isso vale ressaltar que movimentamos bem menos músculos do que quando sorrimos.
Acho melhor fazer como ele.
Assim vamos movimentar mais músculos de nossa face e nos sentir bem.


Este vídeo foi extraido de outro meio. Créditos ao produtor original.

(André Luiz)

terça-feira, 26 de abril de 2011

Você pode estar com esse pensamento.



Quero pensar que a vida é passageira e que nela podemos tudo.
Quero desejar ao próximo muita paz e saúde.
Quero que as árvores soltem suas folhas quando estiver cansadas de segurar todas elas. E que permaneçam agarradas ao solo mesmo quando forem tentadas a cair por velhice.
Quero que cada segundo que passamos junto seja como se fosse o último a ser aproveitado.
Quero e desejo de toda forma que o amor possa estar composto em cada coração de cada ser que compreenda o que ele é ou não. Não importa!
Quero que a felicidade não seja em segundos e sim pela plena diária de nossas vidas.
Quero que a vida seja repleta de luz para que não cairmos nos buracos que há no caminho.
Quero a cada segundo um abraço seu ou de um amigo. E que desse abraço eu possa sentir um fervor de vontade pelo mesmo.
Quero que tudo seja analisado e que me digam se não somos capazes de fazer acontecer assim como somos capazes de acabar com cada vontade que brota agora.
Me digam!
Me dêem uma opção para viver!
Não consigo mais tentar entender cada mente que se aglomera em meio a mim.
Mentes imundas, desgraçadas, soberbas. 
Outras boas que trazem som de paz, brilhantes que trazem o brilho de luz. Essas sim são mentes que deveríamos ter por perto a cada dia.
Vamos!
Me digam!
Serão vocês capazes de dizer tamanha coisa contra mim e achar que somente eu penso dessa forma?
Não.
Você também pode estar pensando assim.


(André Luiz)

sexta-feira, 15 de abril de 2011


"Dou a você que amo: asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar".

Resposta ao meu querer.



Doce, salgado, amargo, azedo...
Nem verdade nem mentira. Mais verdade.
Se sabe o que sinto ou o que quero. Na verdade nem eu sei.
Poucas vezes não está ao meu lado quando preciso. Conto mais com os momentos que está.
O pedido de um quarto da parte aceitou, se dando até mais que isso.
Ela está tentando.
O tempo é que comanda as coordenadas de tudo que acontece.
Nada cruel, agora, o graciosa é impossível de se não ser. Está ao meu lado.
Ela.
Sentimos juntos a alegria de conquistar algo quase  todos os dias quando nos vemos e percebemos que ainda estamos juntos. Nos vemos como a primeira vez.
Ela está a minha volta.
Sei, que é verdade total.
Não é mentira fatal.
Isso eu sei.
Mas, quero ainda mais.
Sei que posso.
Hoje, meu querer é meu e dela, e o dela é nosso.


(André Luiz)

Louco?


Naquela hora tudo parecia bem diferente. Você pensar em fazer aquilo com tamanha vontade (O que?). Para mim. Para outros tenho a certeza que fazer o que eu não conseguia fazer era bem natural.
Fazer e não pensar que deveria ter pensado antes de antes fazer. Entende?
O que antes para mim era diferente, agora parece tudo normal. Tenho a certeza.
Já vou. Vou passear sozinho. Conhecer cada canto dessas ruas agora tão vazias. A multidão já passou.
Não é opção andar sozinho. Isso percebi quando resolvi fazer.
Louco!
Será?
Se sou louco não é por escolha. A natureza que me vem do tempo é que floresce assim.

(André Luiz)

quarta-feira, 30 de março de 2011

Que seja como desejamos.

Que a felicidade não seja como as frutas que são postas esquecidas no centro da mesa e, só lembradas quando estão maduras demais.
Que a felicidade não seja como a chuva, que molha a terra e depois deparece por ter sido evaporada pelo sol.
Que essa mesma felicidade a que me refiro seja invasora de nossos corações vividos de amor e desejo de mais.
FELICIDADE!
A todos os nossos seres de bem e mal. Afinal, todos nós, independente de qualquer coisa que faça, merecemos uma chance de ser feliz.
Beijos!
Feliciades!
Muitas felicidades!


(André Luiz)

sexta-feira, 25 de março de 2011

Sou...

...O vento que sopra em sua nuca.
...O sol que arde em sua pele.
...O cisco de areia que agita o seu olho.
...A sobra da sopa que você bebe.
...Aquilo que te dá calafrio a noite.
...O som do ronco que atormenta a ti.
...O sonho encantado de agora.
...O eu alucinado pelo teu assim.
...Tudo aquilo que você quiser.
Desde que esse "seu" esteja onde você estiver.

(André Luiz)

Nosso amor



(Nó de amor)

Não é nó que se desata tão fácil.
Nem tão pouco é cego que não se possa enxergar.
Não é passageiro e nem repentino.
É continuo.
Nosso amor é por um acaso que ainda não sabemos.
Nem o até quando nos foi revelado.
Nosso amor é laço e vamos levando.
Nó a nó sem desatar.

(André Luiz)

Te olhar e te ter

Te olhar não é erro, nem raiva, nem maldade, nem tão pouco desprezo.

Te olhar é desejo que me arde. É fogo que queima e me incendeia por dentro de tanto amar. É arte manhã de ganhar um carinho, um dengo, abraço... Teu corpo colado ao meu.

Te olhar é o que mais faço quando estou com você, pois, não é perca de tempo, já que te tenho o tempo completo.

(André Luiz)

Meu caminhão carregado de amor



No fim do mês faz um tempo.
No fim do mês faz tempo.
No fim do mês.
Que nosso corpos se enrolaram.
Que nossas bocas se beijaram.
Que tudo nosso se tornou um só.
Que meu coração é teu.
Que teu coração é meu.
Que tudo, tudo é assim.
No fim do mês,
Te amo!


(André Luiz)

O tempo para e a gente continua



Pele macia e delicada
Curvas que me atrai alucinado
Beijo ardente
Lábios decentes
Gosto bom a beijar

Nuca delicada e receptiva
Um arrepio...
Um suspirar ofegante
E um gozo arredio

Corpo maneiro e escultural
Coxas roliças e carnais
Meu espaço clima quente
Nossa pele agora rente
Uma e outra se encosta
E tudo não existe mais

Somente os dois no instante
No momento carnal e final
Me domina por completo
Aquele ser de alma e cor
Brilha em monte ao entardecer
Faz loucuras com a luz
Faz loucuras com meu ser

No fim de tudo se escuta
Não é o tilintar das palmas
Aplausos não existe aqui
O que se escuta no fim
É a respiração cansada
É o dizer de dois seres
Que se amam e se deleitam
Que se unem em um contexto
De amar, amar sem fim

Na mente fica agora rente
Sem parar de pensar em reagir
Outro dia quando chegar
Vamos parar o tempo pra não ter fim
Assim ficaremos acordados
E viveremos a felicidade
De uma noite eterna de amor

Meu corpo em teu corpo
E a certeza que nosso mundo pode girar
Sem que nossa noite possa acabar

Meu amor
Minha luz
Minha lua
Meu sonhar
Te amo minha linda
Sem duvidas e sem penar

O tempo para e a gente continua
O tempo passa e a terra a girar


(André Luiz)

Tem de tudo o nada.

Tem um ser,
Um ver.
Daquilo que tem
Nada lhe é tirado
Nem por ele
Nem por ninguém.
Tudo é seu.
Tudo e mais o que quiser.
Mas, a ganancia é maior que sua simplicidade.
Fazer o que com essa imensa maldade?
Tem de tudo um nada.
E mesmo que tenha tudo que seja algo,
Ainda não vai lhe satisfazer.
Nem por ele
Nem por ninguém.
Tem um ser.
Lhe falta permanecer.
Lhe falta o tudo que é nada.

(André Luiz)

sábado, 19 de fevereiro de 2011

O Caminho da paciência.

Ela escorre em minha cabeça e passa por trás do frontal.
Acarreta um arrepio por sua suavidade ainda estando onde está.
Se debruça em minhas costas, apertando, deixando meus pulmões sem ar.
Minha mente já não mais raciocina nesse ponto.
Escorre outra por minha espinha e me faz agora se esguiar para frente.
Percorre por minhas pernas e cai ao chão.
Pronto!
Minha pasciência já foi embora se arrastando.
O que me resta agora é só esperar ela voltar.


André Luiz

Não corro.

Não tenho pressa.
Não corro.
Posso cair e danificar a peça.
A mim.
Caminho lento.
Passo vago,
Sem documento.
Caminho.
Percorro o caminho a sua procura.
Não tenho culpa.
A pressa não tenho.
Não corro.
Posso suar e danificar a peça.
A mim.
Caminho agora mais lento.
A causa é que cheguei a ti.


André Luiz