quinta-feira, 29 de julho de 2010

Ao meu ver...

"Aquele que nunca viu a tristeza, nunca reconhecerá a alegria." Khalil Gibran


Vê a magnitude que essa frase transmite?
A tristeza assim como cada sentimento que está ao nosso redor, nós dá sua presença de cara, a cada hora que queremos que ela nos dê. E no instante em que não mais a quiser-mos presente, ela poderá sim, de fato, ser acomodada no canto mais escondido do vão da sala de espera ou até mesmo ser mandada em direção a porta de saída.
Ficar sem receber sua visita? Não acho de acordo. Está escrito bem na frase acima, da qual presto grande destaque.
"A tristeza é um meio maior de ver a verdadeira face do mundo a que você está se expondo."
A explicação de existir tristeza?
A explicação de a tristeza nos visitar?
O porque que existe tanta tristeza no mundo?
Nossa! Quanta pergunta.
Vou finalizando por aqui, antes que...
Fui!
Rsrsrsrs...

(André Luiz)

terça-feira, 27 de julho de 2010


O escorpião aproximou-se do sapo que estava à beira do rio. Como não sabia nadar, pediu uma carona para chegar à outra margem.
Desconfiado, o sapo respondeu: "Ora, escorpião, só se eu fosse tolo demais! Você é traiçoeiro, vai me picar, soltar o seu veneno e eu vou morrer."
Mesmo assim o escorpião insistiu, com o argumento lógico de que se picasse o sapo ambos morreriam. Com promessas de que poderia ficar tranquilo, o sapo cedeu, acomodou o escorpião em suas costas e começou a nadar.
Ao fim da travessia, o escorpião cravou o seu ferrão mortal no sapo e saltou ileso em terra firme.
Atingido pelo veneno e já começando a afundar, o sapo desesperado quis saber o porquê de tamanha crueldade. E o escorpião respondeu friamente:
- Porque essa é minha natureza!


Extraído do livro "Mentes Perigosas - O psicopata mora ao lado" de Ana Beatriz Barbosa Silva.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Quando perco, me embriago e sonho.



A cada gole eu me embriago mais e permaneço, rente, deitado... No mesmo lugar, agora solitário que ficou marcado, o seu corpo ao meu. Me pego parado pensando: O que será agora que o frio se torna companheiro meu? Pois os tempos de calor se foram junto com o teu corpo e as maravilhas de sussurros e encantos que eram deleites, cheios, ao pé do ouvido enquanto escutava os gemidos teus. As passadas de mãos só me restam na lembrança que guardo e alimento na marca que ficaste em meu pensamento, do mesmo pensamento do teu corpo ao lado do meu. Das marcas que ficastes em meu pensamento dos momentos de amor a que se atrevel.
Um dia quem sabe, outra virá a esse lugar que era teu. Mas, não serão as mesmas curvas, os mesmos volumes, o mesmo tom de voz, a mesma palavra falada. Serão diferentes, claro. As outras da outra pronunciada.
E eu, no mesmo lugar que era meu, de sempre, me envolto, rolo para o lugar que era teu.
A cada gole eu me embriago e quando penso que... Adormeço. Quando acordo me acalento e reconheço. Que não foi sonho, esse que tive agora.
De gole a gole me embriaguei e relembrei todo aquele apreço que um dia tive em meu berço.
E a cada gole uma lembrança, uma certeza... De que tudo foi vivido na certeza.
Na certeza de que um dia não dormi com com o frio e a solidão.

(André Luiz)

domingo, 18 de julho de 2010

Tanto lápis, tanta tinta.

Tanto lápis, tanta tinta.
O lápis não pinta como tinta, nem faz escorrer as cores pelos lados.
O lápis é colorido.
O lápis pode ser de mão.
É só preto! Quando se escreve destaca no branco.
Tem tinta de toda a cor.
Lápis também tem.
Dos mais nomes chamados.
Tem dos mais variados também.
Tinta.
Lápis.
Tanta inta, tanto lápis.
Um rabisca e outro lambuza.
Um é somente cor e outros são cores astutas.
Um durão e outro macio.
E se começa no lápis e passa para a tinta de qualquer forma pode de um forma passar pela mão.
Ou não.
Sim!
Não!
Boca, pé, mão...
Tanta tinta, tanto lápis e eu não sei nem se quer desenhar.
Tanto lápis, tanta tinta e eu nem se quer sei pintar.
Rabisca com lápis e joga tinta.
Joga a tinta e não se dá para rabiscar.
A arte quem manda, eu que mando.
Se não for eu quem irá mandar?

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Enviada a mim.

UM PRANTO ESCONDIDO

A lágrima que mais dói
Não é a que na face corre
A que mais nos corrói
É a lágrima disfarçada
Aquela que é sustada
Que não pode aparecer
Que morre na garganta
Sufoca, explode, espanta
Procura disfarçar...
Num riso desapontado
Ou num olhar desviado
Não podendo soluçar.
É aquela que por dentro
Num solavanco mudo
Parece que rompe tudo
Em borbotões de soluço
O pranto vai envolvendo...
Como é difícil enganar!
Não é a lágrima caída
Que é a mais dolorida
É aquela que é engolida
E que por dentro escondida
Faz o peito soluçar
Enquanto o sorriso aflora
O coração é que chora
Sem nem poder demonstrar...


Bjss Meus Especialmente pra você

(Celeste)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Enviada a mim.

Gosto de gente que ri, chora, se emociona com um simples telefonema, uma canção suave, um bom filme, um bom livro, um gesto de carinho, um abraço...Gente q ama e curte saudade, gosta de amigos, cultiva flores, ama os animais. ...admira paisagens, poeira e chuva.Gente q tem tempo para sorrir bondade, semear perdão, repartir ternuras, compartilhar vivências e dar espaço para Gente q gosta de fazer as coisas que gosta, sem fugir de compromissos difíceis e inadiáveis, por mais desgastantes que sejam.Gente que colhe, orienta, se entende, aconselha, busca a verdade e quer sempre aprender, mesmo que seja de uma criança, ou de pessoas espontâneas como acabamos de ver...Gente de coração desarmado, Em ódio e preconceitos baratos. Com muito amor dentro de si.Gente que erra e reconhece, cai e se levanta, Apanha e assimila os golpes, tirando lições dos erros e fazendo redentoras suas lágrimas e sofrimentos.Gosto muito de gente assim como você. E desconfio que é deste tipo de gente que Deus também gosta!
Faço dessas as minhas palavras.

No final, seja como uma borboleta.

Não quero que escorra dos teus olhos uma lágrima se quer. Nem tão pouco se encolha no canto de um quarto qualquer, com medo do que pode vir pela frente.
Dormir tranquila é o que te desejo. Amanhecer na mesma caricia que tinha como antes os teus desejos.
Quero para ti a carência oportuna, só. Não o desespero aparente de uma face que inunda. Desde que te faça ter a certeza do que pode ou não desejar.
Quero que se deleite na verdade de que é o que realmente quer. E mesmo que lá, bem na frente de tudo veja que não foi bem aquilo que quis. Quero que tenha a certeza que tentei de alguma forma te ver feliz.
Não quero te ver só. Perdida em meio ao pranto de desgosto e sem dó.
Quero te ver caminhando em um par e não só em um ímpar.
Quero...
Que esteja o sorriso de algo bom estampado na tua cara todos os dias e que seja a feliz estada a cada dia.
E que junto com vocês que caminhem em par, esteja lá, bem no fundo do cómodo a tranquilidade e a certeza de que realmente é, de que realmente será, a certeza de que é ali que vai continuar.
No fim de tudo, quero que seja como uma lagarta que se enrola em um simples casulo e que tempos depois sai de lá na forma de uma linda borboleta decidida a traçar caminhos antes já percorridos porém com a certeza de que vistos por outros ângulos.
(André Luiz)

domingo, 4 de julho de 2010

Deixa ser como será.

Só porque eu peco na vontade de ter um amor não posso dizer que sou um louco qualquer. Pois "me atiro do alto que me atiro no peito". Principais circunstâncias de que posso sim. Mesmo que tudo que eu faça, seja comentado ou lembrado por você que se tornou a culpada de um engano que me valeu tempos.
Depois de ter vivido tudo aos beijos e amaços tudo é posto em seu lugar. No lugar que pertence a quem tem ou a quem esta sem se ter. E olhe que não preciso pedir ajuda a nenhum analista.
Deixo tudo assim mesmo sem querer prever mais nada, para depois não se enganar novamente.
É isso! No olhar da lua tenho a certeza que sou uma moldura clara e simples que se vê.

Iaia...

(André Luiz)

PS: É reenventado a partir de frases tiradas da música de Rodrigo Amarante "Retrato pra iaia" e Uma frase retirada de um relato de Fernando Aniteli em uma de suas aberturas de show.