quarta-feira, 19 de maio de 2010

A luta e um fim.

Não sei despir minha juba
Nem tão pouco me enrolar na candura
O que abraça é o braço?
Ou será o embaraço da amargura?

Não é face a face
Nem tão pouco boca a boca.
É corpo a corpo
É o começo de jogo.

A luta começa acirrada
O gongo foi batido, e...
Nocalte! A primeira chamada.
O que terá dado em troca por nada?

A essa vez o chão serviu de cama
De consolo e até mais o que provém.
O que poderia zunir no que ama?
Se não fosse o zunir do meu bem.





(André Luiz)

Nenhum comentário:

Postar um comentário