quinta-feira, 22 de abril de 2010

Eu e a Lua.


Posso ou não, estar diante de ti e dizer como devo de uma forma prosseguir e permanecer apenas no dizer sem mesmo ter a coragem de fazer. Talvez até sejam as más línguas que me acompanham mesmo que em poucas vezes, sempre até o fim, somente para verem e gargalharem daquele destino que se destina a mim. Ou seja eu mesmo que me afasto, desprezo o que poderia de fato ter e aprecio o que... Aprecio a forma de ser, de sentir e se deixar sentir.
Como posso deixar passar uma coisa tão boa na minha frente e não agarra-lá?
É, eu sou mesmo inexplicávelmente inexplicável, somos assim. Não é mesmo?
Passam tão perto e ocupado com as coisas demais deixo passar sem nenhuma força me dizer que devo ir.
Assim, tão, tão sigo minhas noites entre eu e a Lua que é a única que chega a me entender e que dorme comigo todas as noites.

(André Luiz)

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