segunda-feira, 29 de março de 2010

Assim se faz com todas as cores.

Verde sem calor.
Verde sem ardor.
Verde pra se dar.
Verde pra amar.
Verde esperança.
Verde!
Qualquer verde que verde brotar.

(André Luiz)

Quando te faltam palavras certas.

Meu coração quase esvairia pela boca.
Bateu forte e me deixou preocupado ainda mais sem ação alguma.
Recitei bobagens naquele momento e só depois é que pude perceber o que tinha acabado de fazer.
Apenas a qualidade sem ao menos tocar na quantidade de emoção que deveria ter deixado sair pela boca afora rasgando tudo o que viesse pela frente, saiu, até mesmo o inoportuno momento que aquilo em mim foi começar a acontecer.
O incrível é que quando baixei o telefone que se encontrava a um bom tempo escutando o , ... É que meus batimentos foram se regulando e foi aparecendo palavras corretas a serem ditas.

(André Luiz)

Mentes e Manias


"... Os seres humanos tentam o tempo todo serem felizes, mas, na maioria das vezes, faltam-lhe o "mapa" e o "navio" que os levam até essa ilha chamada FELICIDADE".

(Ana Beatriz - Livro: Mentes e Manias)

domingo, 28 de março de 2010

Para tudo existe algo.

Para o beijo... A boca.
Para o toque... As mãos.
Para ver... Os olhos.
Para a traição... A solidão.
Mesmo com o coração laçado ou não.
Para a conquista... A liberdade.
Para ter felicidade!
Beijar, tocar, ver, conquistar, libertar, ser feliz e ser... Traição.
Essa por mim não existia, não!

(André Luiz)

Que graça teria se fosse tudo igual?

Toda mão.
Todo pé.
Toda boca.
Qual a graça teria os Josés se todos fossem um igual ao outro?
Das palavras de todos, poucos iriam existir por não existir o diferente.
Teria o ar da graça se fosse tudo igual?
Toda mão com a mesma mão.
Todo pé com o mesmo pé.
Toda BOCA com a mesma BOCA.
Não!

(André Luiz)

Permaneçamos assim.

Temos nossas diferenças.
Algumas pequenas, outras gigantescas.
Não dá para analisar o porque.
O porque de não estar-mos juntos.
O que contaria mais seria a nossa distância.
O nosso horário de passagem.
Todos temos diferenças.
Por isso, é melhor conviver assim.
Sem você ser igual ao meu eu.
Sem o seu eu ser igual a mim.

(André Luiz)

"Pedir para voltar atrás em minha decisão tomada é inútil diante das mazelas do qual foi tomada, pois, nenhum homem tem sangue fraco ou é poupado de tais erros dos quais não cometeu".

Solidão que se diz minha.

As vezes é mais forte do que eu.
Entra sem pedir licença.
Come da minha comida.
Bebe da minha água, da mais abundante água.
Descansa na minha melhor poltrona.
Assiste o que quer em minha tv.
Come até minha mulher por um bom tempo.
Dai, olha na minha cara.
Sarcastico, me cospe na cara e me manda embora.
Porra de solidão que me invade e me deixa fora da realidade que antes não era essa tão banal e que me faz pensar que é minha.

(André Luiz)

O óbvio em mim.

É óbvio o prazer estar contido no meu ser. Bem no centro de tudo. Carrega-lo me dá prazer ainda mais e com isso ele vai aumentando sem se preocupar com o espaço e se vai caber ou não.
Se propaga em uma rapidez tão grande que quase tenho que devorar uma preza a cada hora.
Qual tal somente daria prazer pelo desejo dos dois. Mas, estão ocupados despejando sentimentos em ralos que vão parar ninguém sabe aonde.
Só desejo que o meu desejo não fira a ninguém.
Só não sei o que farei comigo quando não puder mais segurar.

(André Luiz)

Olhar que oferece perigo.


Olho o teu corpo, mesmo estando coberto por todos aqueles panos e analiso todas as suas linhas, mesmo elas sendo demais ou não.
Olho e não canso de passear por curvas que me dão aventura e me deixam de frente com o perigo.

(André Luiz)

Que brilhe os olhos teus e muito mais se possa acontecer.


Quando descer o céu azul com e dedo apontado para ele, quero que brilhe teus olhos, que trema tuas mãos, que bambei suas pernas, seu estômago embrulhe, lhe cause frios na espinha, que sua respiração fique ofegante e que sua boca se lambuze com a minha.

(André Luiz)

Ao desconhecido.

Não são minhas as mãos que te seguram na jornada de longo percurso, nem tão pouco meus pensamentos são ligados a você. Meu coração é que acelera com sua presença, meu corpo em geral treme por pensar o que irei fazer quando estiver em tua frente. Mas, não me importo. É natural, pois, ainda não te conheço. Assim, faço aquilo que é movido primeiramente a mim.

(André Luiz)

Cada dia é de alguém.

O sol desamponta e aponta para a flor que desabrocha.
A outra que está ao seu lado inveja o prazer dado a um só ser.
Coitada da flor ao lado que não ganha nada calada.
Mal sabe ela que seu dia vai chegar.
Cada dia é dia.
Cada um pertence a alguém,
Quando ela desabrochar e ver.
Amadurecer para viver.
O sol pra ela vai brilhar
Cabendo ela em caber pra ter.

(André Luiz)

terça-feira, 23 de março de 2010

E assim é que segue nossa vida

A nossa vida segue por altos em que muitas vezes subimos com sofrimento arduo, calteloso, pensando primeiramente no que iremos ganhar quando chegar lá (Para muitos podem se importar em ser algo valioso, já para outros pode ser a coisa mais simples possivél).
A nossa vida também seguepr baixos em que muitas vezes dessemos com sofrimento por ter que sustentar o peso de nossas decisões mal feitas, para não sair-mo bolando de um vez só, espatifando tudo no chão ladeira abaixo.
A nossa vida segue por altos e baixos... Curtos e longos... Lindos e feios...
O que vale mesmo nisso tudo são momentos que passamos ao lado de pessoas tão especiais ao qual escolhemos como amigas.

(André Luiz)