quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

"Sapatos de couro fino calçam pés de gente rica que descansam. Sapatos desgastados calçam pés de gente pobre que sabe o real da vida, vê o mundo de outra forma e que batalha para dar algo a si, mostrando sempre que a vida tem um outro rumo bem diferente do que muitos dos que descansam pensam".

(André Luiz)
"Não é bem o conceito de desafios com o próximo, mas, a cada dia que passa, vejo que é necessário fazer isso para não ser chicoteado, nem tão pouco colocado, puxando uma carroça cheio de fardos que nem chega a ser seu".

(André Luiz)

"Pensamentos são como nuvens que se formam sem planejar".

(André Luiz)
"Quando respirar um ar onde não me sinta exaltado, esse será meu ninho construído com os melhores gravetos. Só assim me sentirei um pássaro livre para voar".

(André Luiz)
"Existem verdades e mentiras. Cabe a cada um de nós escolher a verdade com arma de ajuda ou a mentira velha, suposta a cair em qualquer momento frente à aqueles que escutaram o contrário".

(André Luiz)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

"As vezes temos que omitir a nossa verdade e passar a conviver com a mentira presa na testa para lembrar cara a cara do que guardamos."

(André Luiz)
"Doce não é a vida. O que provém dela são partes salgadas, amargar... Ela esonde esses sabores. Bem como a boca pode esconder a beleza dos dentes."

(André Luiz)

"É hora de por tudo no lugar. Desde que esse lugar seja nosso por permanência."

(André Luiz)
"Minha loucura aparece quando estou com alguém e quando estou sozinho me vem a solidão. A solidão somente ataca aqueles que se permanecem sem a companhia de outra pessoa. Ela não seria corajosa o bastante para atacar uma multidão."

(André Luiz)
"Há dias em que você quer mais em outro quer menos. Saber o que é melhor não é tão fácil, pois a cada dia tudo muda um pouco."

(André Luiz)

"Não sou de espuma, porém absorvo o liquido de suas palavras com facilidade."

(André Luiz)
"Muitos de nós somos bravos para enfrentar a guerra contra a solidão, já outros é bem diferente."

(André Luiz)
"Minha transparência é um gosto por uma vida mais compartilhada e sincera."

(André Luiz)

"Corações magoados são difíceis de perceber um amor a sua frente."

(André Luiz)

"Meu maior erro foi ter acalentado e falado a verdade onde deveria dar um tapa e soar um palavrão."


(André Luiz)

"Quanto mais carinhoso, mais repreendido e criticado por parte inoperante da sociedade."

(André Luiz)
O problema está dentro de você assim como a solução do mesmo."

(André Luiz)
"Corações bastante adocicados acabam sendo despejados em latões pelos que são diábeticos."

(André Luiz)

O beija flor e a rosa entalhada.

Pousa um beija flor no meu quintal.

Bem na ponta que desponta o varal.

Passeia fasseiro pelo reto do reto que há.

Vai andando em busca da talhada flor envernizada.

A que um dia teve cor.

Hoje desbotada da luz intensa que dá o calor.

O que ele vê naquela rosa?

Será o seu interior?

Mesmo de madeira, matéria morta

Parada, sem desabrochar uma pétala formosa

Ela cheira, cheira...

Tempos depois o beija flor voa e desaparece no ar.


(André Luiz)

Tum, tum, tum...
É o som do coração
Compassado e ritimado
Embutido no varal do peito forte.
Tum, tum, tum...
Bate forte as mãos
Que entram no ritmo do coração.
Os pés absorvem o movimento.
O corpo em peso dança
Essa música tão linda que o corpo emanda.

(AndréLuiz)

Advertência

“O coração que bate em constante força de sentimento transparentementes dados tem-se maior proporção em receber uma parada cardiaca criada por aqueles que são fracos de sentimentos (reprimem o amor). Porém, ao se curarem com reanimações que não faltam retornam ainda mais fortes do que antes.”

(André Luiz)

Os cinco sentidos



Sopra o vento!
Ventania.
Olha a água que cai do céu!
Chuva.
Raio de sol ardente!
Queima a pele rente...
Olho tudo e tudo possso ver.

Sopra o vento!
O escuto zumbizar.
Olha a água!
Escuto o seu chuar.
Raio do sol!
Esse não dá para escutar.
Olho tudo e o tudo não enchergo.
Somente escuto um pouco do tudo que me vem.

Sopra o vento!
O sinto soprar.
Olha a água!
A sito molhar.
Raio do sol!
O sinto queimar.
Do tudo sinto somente o sentir de o tudo mostrar.

Sopra o vento!
Silenciar.
Cai a água!
Não tem como cheirar.
Raio do sol!
Queima, queimou, queimar.
Tenho olfato para o tudo, porém o tudo não tem cheiro para eu cheirar.

Sopra o vento!
Sem gosto.
Cai a água!
Sem sabor, é incolor.
Raio do sol!
Não se pode provar.
O meu gosto é de viver.
Tenho gosto para tudo que imagino gosto ter.

Sentidos em sentidos
O que nós temos
Ou que acostumamos a ter.
Tato, olfato...
O que vale é viver.


(André Luiz)