terça-feira, 1 de dezembro de 2009

De tudo.

De tudo se tem do muito que existe.
Desse muito o pouco que se mostra.
Do pouco a vergonha que se tem de mostrar o muito de tudo que se tem.
Nesse tudo aparece, tudo se convém a tudo ter sem tempo certo, nada calculado, nada de nada elaborado, pois o tudo quando se vem age naturalmente.


(André Luiz)

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