sábado, 31 de outubro de 2009

Será que fui tão egoísta?

Pedi-te um sorriso direcionado a mim, o elogio de uma pessoa amiga, o empréstimo de tua companhia, o tempo que podia me ceder à palavra de conforto quando precisar, o salvamento quando acontecer..., a tua compreensão...
Não te pedi nada mais do que ser meu amigo. Sorri nos momentos de alegria em grupo, elogiar sendo eles também criticas construtivas, emprestar sua companhia diante também dos demais para não nos sentirmos sós, usar do nosso tempo para planejarmos o que ou não fazer junto com pessoas que gostamos, ditar de tuas palavras confortáveis quando o outro estiver calado, salvar-nos dos abismos quando esses aparecerem... Em fim, tudo se resume a compreensão que te pedi. Pensando bem, meu pedido parece que foi grande demais.
“Nem tudo o que pedimos é de fato concedido, nem tudo o que pensamos é o que é mesmo real”.
Que sejam jogadas as cartas do jogo! Ganhar ou perder não existe. Sei que ganhei muito em todos esses tempos e sei que um dia cairá na real do que pedi. “Só te pedi porque te dei, mas, não me importa se não retribuis”.
“Não podemos dar uma folha branca sem amaços a alguém e esperar que anos depois ela nos seja entregue da mesma cor e forma que era”.

(André Luiz)

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