sábado, 31 de outubro de 2009

Meu sexto sentido chamado amor.



Ouço o cantar dos pássaros.
Vejo o sol se pôr, sinal que já, já vai ser noite.
Inspiro agora o aroma do ambiente, nada a se comparar com o seu.
Sinto na minha boca o gosto do teu corpo daquela noite.
Toco agora com vontade a caneta e o papel para escrever essas frases. Elas são a prova mais viva de que...
Tudo o que escrevo agora são coisas que durarão um só instante.
O pássaro vai parar de catar, o sol somente vai se pôr no dia seguinte, o mesmo aroma vai demorar a sentir, o teu gosto aos poucos vai se escapar de minha boca com o tempo e nem saberei como era. Somente uma coisa vai prevalecer. Eu vou continuar escrevendo tudo o que me vier à cabeça sobre você sem mesmo te ter.

(André Luiz)

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