sexta-feira, 17 de julho de 2009

Vou até ai para saber.

Tocou!
Chegou até meus ouvidos.
Gritos entoados
Da garganta umidecida
Na busca da ajuda
De uma simples, perdida.
A cada segundo que passava
Havia inesperança de escutar
O aviso de socorro que era poupado
O aviso que era mal dado.
Quando se escuta
Não se pode deixar negar
Um pedido...
Por mais que este
Respostas não saiba dar.
Claro!
A garganta era pequena,
A voz era baixa...
O que não deu para entender?
Espere!

(André Luiz)

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