sexta-feira, 31 de julho de 2009

Versos que não escritos se resurgirão

Canta, canta sem demora.
Canta, canta sem parar.
Porque é na noite que surge.
Tantas palavras para ditar.

De dia passo o tempo procurando.
Pensando o que é que eu devo escrever
E a noite nem preciso forçar a cabeça
Para tudo isso jorrar e se ter.

Canto e escrevo sem demora.
Canto e escrevo sem parar.
Ainda surgem e ficam no ar.
Perdidas pelos cantos...

São tantas que não consigo as escrever.
São tantas que mesmo rápido se escapam e se vão.
Talvez um dia voltem para o pensamento
Ou mesmo direto na palma da mão.

Escrevo sem demora.
Escrevo sem parar.
Logo, logo desenrrola o sono
E tenho que deitar.

Quem sabe outra noite.
Quando cantar, cantar e escrever
Consiga passar a ela os pensamentos que surgem.
Os que consigo ter.

Boa noite!!

(André Luiz)

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