sexta-feira, 3 de julho de 2009

Imaginar de um prazer.

Somos jovens normais como quaisquer outros.
Somos contemplados com uma força de amor que nos faz mudar quando estamos juntos.
Perdemos a noção do tempo brincando com nossas línguas entrelaçadas umas nas outras.
O inicio para grandes impulsos de excitação, até que chegue o momento em que possamos fazer coisas ainda maiores com nossos corpos.
Não são por impulsos desordenados e calmos, são com gestos livres de prazer entusiasmados, velozes, gemidos prazerosos e grandes jatos de emoção.
Fazendo isso todo o momento em que ficamos juntos, somos como o céu e as estrelas que não se separam nem em noites de trovoadas e tempestades.
Imagino isso em noites, quando me pego a olhar as estrelas.
Vejo o quanto o tempo passou e não soube olhar o prazer que me direcionava em gestos de bastante companheirismo.
Continuo olhando as estrelas e vendo o que perdi.

(André Luiz)

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