sexta-feira, 17 de julho de 2009

Apresentação

Parado em meio ao horizonte da avendida da cidade, vejo o mundo que a mim é apresentado.
O sol que nasce e cresce, o ângulo do imovél que é existente, o senhor que dorme na alçada sem se preocupar e logo ao lado dele uma rua vazia posso avistar.
Vejo no horizonte do instante em que estou na avenida, vejo tudo, vejo a vida, vejo o que vejo.
Olho admirado depois de tempo em ver, para uma parede sólida e penso em tudo, tudo do que ainda possa acontecer.
O que vi é impossivél comparar com o que vivi.
Vejo...
E continuo a olhar.
Agora para todos que nessa rua passam a passar.
Passe!

(André Luiz)

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