sexta-feira, 29 de maio de 2009

Meu coração aperta

Não sei ao certo o porque
Simplismente não consigo entender
És um a mim e um outro a ver
Diante das demais

Não compreende a falta
Melancolia, tristeza...
Que assola-me sem eu saber
Do porque...

Porque?
Não és somente um
Sendo com ou sem
A qual falta se tem?

Quando quer saber de mim
Passou...
Já é outro dia
E me pergunto: -O que sobrou?

Não sei ao certo o porque de tudo
Nem sei o que fazer
Nessas horas de absurdo
Meu coração aperta...

Por ti, ainda aperta sem razão
Do medo de seguir
As estrelas de antimão
Que há tempos não percorre mais

Como diz o velho
Quando não procurar por ela
Ela se vai tocar pelo que perdeu
Nessa caminha incerta

E volta o caminho
A procura de achar
O mesmo coração que a ela amava
E que não soube ela amar

Meu coração aperta
Sem magoa e sem dor
Pois, nele sim, há um vago torpor
De tristeza batida e dor... Dor...

Dor aflita
No caminho e em fim
A procura esperada de razão
Do porque de a diferenciação

Meu coração aperta
Doi... Entristece...
Amadurece... Percorre sem prece...
Mas não em suas mãos

(André Luiz)

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