quarta-feira, 27 de maio de 2009

Calo-me e se quiser...

Diante de ti, não uso mais minhas palavras sejam elas quais forem, alegria, tristeza, sabedoria...
Irei somente... Os dias serão esquecidos e passarão a ser solitários por causa de suas más acomodações perante a realidade que você quer acreditar. Eu? Calo-me! Você? Se quiseres podes continuar a se lastimar, mas bem longe de mim. Quando quiseres de volta minhas verdadeiras palavras, se transforma em calma noite assim como eu, apresso, conjunto... Aqui fica registrado meu querer, do que de ante mão quero fazer e mesmo que isso não seja bom para mim ou para você, calo-me hoje e continuarei calado em todas as demais noites. Até...

(André Luiz)

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