terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Desconfiança em %.

Do que menos possa imaginar eu desconfio.
Dos raios de sol que podem queimar minha pele, do vento que sopra podendo transformasse em vendaval, da planta que cresce e se realmente vai dar sombra no quintal, do monte de comida no prato se tal qual irá matar a fome, da pouca água que talvez mate a sede, das palavras que falo podendo ou não ser confortantes para quem escutam...
Por que não desconfio dos outros?

(André Luiz)

De tudo.

De tudo se tem do muito que existe.
Desse muito o pouco que se mostra.
Do pouco a vergonha que se tem de mostrar o muito de tudo que se tem.
Nesse tudo aparece, tudo se convém a tudo ter sem tempo certo, nada calculado, nada de nada elaborado, pois o tudo quando se vem age naturalmente.


(André Luiz)

A cada dia descubro uma parte de mim.

Um dia caminhando...
... Encontrei uma pedra em meu caminho;
... Pessoas que me ajudaram a pular essa pedra, e mais outra, e mais outra...
... Percebi que essas pessoas eram mais que especiais;
... Fiquei convencido que cada dia surge algo novo;
... Descobri você assim como os outros;
... Percebi que aquele dia em que te descobri era especial porque você era especial;
... Analisei os trajetos percorridos e ajudados por todos;
... Você não era mais um novo. Era mais do que isso. Pois por estar sempre ao meu lado já era parte de mim.

(André Luiz)

Na vida...

Sejamos...
.... Frios pelo vento da noite que sopra em nossa nuca, quentes pelos raios de sol que toca em nossa pele, bravos por conta da batalha que travamos durante o dia.
Sejamos...
... Grandes para ocuparmos um bom espaço no coração de cada um, altos para conseguirmos escalar grandes muralhas de pedras que surgem como obstáculo em nossos sonhos, gordo ou magro, não importa, contanto que tenham fôlego e assim consiga correr em busca de seus objetivos.
Seja...
Sejamos...
Lambuzados de saliva pelos beijos, doloridos pelos abraços apertados, doentes do ouvido pelas conversas e gritos de...
Seja...
Continuemos sendo assim como já somos, pessoas que realmente sabem o sentido de uma verdadeira vida chamada de amizade.

(André Luiz)

As bonanças que passam.

Aos poucos me soltam dos dedos.
Aos instantes me soltam dos braços.
Aos tropeços me soltam...
Sem sentir a mão, os braços, vou ficando sem o bom sentir algo.
Sinto como se em cada instante fossem cedendo sem permanecerem acochados como antes.
Assim, aos poucos, vão se soltando de todo o meu eu.
Acontecem e me pergunto: Quem quer perder coisas tão boas? Quem?
Bem, agora quando paro vejo...
Soltam-se!
Agora mando!
Aos poucos se soltam.
Pena que assim com as pedras as coisas boas se prendem e depois se soltam.

(André Luiz)

domingo, 15 de novembro de 2009

O pequeno antes e agora.

Antes...
...Conseguia ver o sol.
...Conseguia cheirar a rosa.
...Tinha contentamento.

Agora o que me aconteceu?
Será que o sol parou de brilhar?
Será que a rosa parou de cheirar?
Ou serei eu?

Antes...
...Conseguia pular de corda.
...Conseguia correr o quarteirão.
E olhe que era...

Agora parei de fazer isso.
Com tempo e espaço corrido.
Um encolheu o dia.
O outro encurtou a noite.

Quanto ao sol e a rosa
Fica o parar e ver a bela
Fica o parar e ver o brilho
No tempo e espaço dividido.

(André Luiz)

O veneno do tempo desesperado que me sai.

Havia um tempinho atrás em que eu não tinha... Hoje vejo que tenho mais e concluo que era o tempo que perdia. E esse tempo que perdi foi cruel não vê-lo passar e perceber que amargava minha boca rente o mel que surgia e se misturava ao veneno que escorria em meus lábios.
Enxugava-o cada vez que via escorrer para não espalhar no ar, ter mais vitima, ninguém perceber o meu lado malévolo, para não mais me vitimar...
O mesmo percorre ainda minha veia penetrando leve o fundo, ardente não mais me semeia.
Envenenava-me, antes, agora me desintoxico aos poucos, sendo o tempo que hoje me maltrata pelo fato de antes o maltratar em esquecer. É que vivia sem perceber que ele comigo estava, que comigo ele andava sem se ter.
Quero fazer minhas pazes com o tempo, passando por ele o vendo passar.
O veneno me escorre os lábios e vai custar para sair todo de mim.
Ainda ai de passar um tempo a fluir dentro de mim, era a minha criação, mas vejo que não é nada comparada a desgraça que são.
Irei deixar sair para ver o que ira acontecer, sendo ou não algo de ruim, sendo ou não criação de mim.
O veneno me escorre os lábios e eu o enxugo antes que possa ver.
O veneno me escorre os lábios e eu me desfaço dele.

(André Luiz)

O olhar para a Caveira.

Não olhe para ela como se fosse um monstro que não poderá estar em seu meio.
Olhe direito!
Olhe e veja nela uma única coisa.
Olhe e veja a diferença dela para com você.
O que falta para a serem de um mesmo patamar?
Lembre-se que em um dia ela possuiu carne, língua, em fim, um dia ela teve praticamente tudo o que você tem.
Então não a olhe como se fosse um monstro.
Não ligue para a sua aparência.
Para muitos se a enfeitasse com jóias serviria para por em suas salas de estar com todo o brilho todo.
Muitos que não olham o interior de cada um e somente enxergam o seu lado de fora ficam presos em uma dimensão de desrespeito.
Deixe em você o desejo de ver além.

(André Luiz)

Beleza hipnotizante.

Ele bate em minha pele e arde.
Faz com que ela fique agitada, marcada, vermelha.
Mesmo assim sem me importar com nada disso.
Estou no ponto mais procurado por todos.
Por aqueles que se sentem movidos pela beleza do lugar.
Vejo daqui um horizonte belo e sinto ainda sua paz...
Continua minha pele a arder.
Sentado no mesmo lugar procurado por todos.
Acima de tudo sem se importar com nenhuma ardência.
Sem me importar com nada que seja inferior a beleza do lugar.

(André Luiz)

sábado, 31 de outubro de 2009

Meu sexto sentido chamado amor.



Ouço o cantar dos pássaros.
Vejo o sol se pôr, sinal que já, já vai ser noite.
Inspiro agora o aroma do ambiente, nada a se comparar com o seu.
Sinto na minha boca o gosto do teu corpo daquela noite.
Toco agora com vontade a caneta e o papel para escrever essas frases. Elas são a prova mais viva de que...
Tudo o que escrevo agora são coisas que durarão um só instante.
O pássaro vai parar de catar, o sol somente vai se pôr no dia seguinte, o mesmo aroma vai demorar a sentir, o teu gosto aos poucos vai se escapar de minha boca com o tempo e nem saberei como era. Somente uma coisa vai prevalecer. Eu vou continuar escrevendo tudo o que me vier à cabeça sobre você sem mesmo te ter.

(André Luiz)

A voz chamada certeza.




Dedos percorreram unida a palma da mão por todo o corpo.
Seus lábios ficaram úmidos o tempo todo em que estiveram colados aos meus.
Com suas mãos, as outras que pertenciam a outro alguém passearam ardentemente por todo o seu corpo.
O brilho surgia nos copos após um tempo. Era o suor por conta de tantos movimentos promovidos.
Apesar de ambos serem volumosos, sempre achavam um jeito de se orgnizar no pequeno espaço que tinham.
Dava para sentir o fogo ardente que ardia intensamente entre os dois.
Dava para escutar as batidas do coração aceleradas em compassos estridentes.
O ponto principal tinha sido alcançado com intenso prazer, mas, ainda em pensamentos pediam mais e mais sem mesmo terem terminado.
Os dedos que antes percorriam o corpo se unem, lábios que antes estavam lambuzados se enxugam e pára calados, o brilho do suor desaparece, pois eles param. As únicas coisas que se movimentam são os braços que se entrelaçam e a voz que se escuta em certeza de que aquilo foi bom.

(André Luiz)

Será que fui tão egoísta?

Pedi-te um sorriso direcionado a mim, o elogio de uma pessoa amiga, o empréstimo de tua companhia, o tempo que podia me ceder à palavra de conforto quando precisar, o salvamento quando acontecer..., a tua compreensão...
Não te pedi nada mais do que ser meu amigo. Sorri nos momentos de alegria em grupo, elogiar sendo eles também criticas construtivas, emprestar sua companhia diante também dos demais para não nos sentirmos sós, usar do nosso tempo para planejarmos o que ou não fazer junto com pessoas que gostamos, ditar de tuas palavras confortáveis quando o outro estiver calado, salvar-nos dos abismos quando esses aparecerem... Em fim, tudo se resume a compreensão que te pedi. Pensando bem, meu pedido parece que foi grande demais.
“Nem tudo o que pedimos é de fato concedido, nem tudo o que pensamos é o que é mesmo real”.
Que sejam jogadas as cartas do jogo! Ganhar ou perder não existe. Sei que ganhei muito em todos esses tempos e sei que um dia cairá na real do que pedi. “Só te pedi porque te dei, mas, não me importa se não retribuis”.
“Não podemos dar uma folha branca sem amaços a alguém e esperar que anos depois ela nos seja entregue da mesma cor e forma que era”.

(André Luiz)

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Objetos noturnos de observação.

Eles não são objetos oriundos que devastam a noite a procura de satisfação pessoal. Por mais que se encontrem jogados ao leu do céu noturno e estrelado não os podemos classificar assim. Além do mais, não ferem a ninguém, não estagnam nada ao seu redor, simplesmente são observados por todos e possivelmente julgados por estarem ali. Mas não os podemos classificar assim.
Por mais que aos poucos o tempo dos poucos tempos que lhes restam, um vai sendo retirado após outro daquele lugar que antes eram seus leitos, mas, mesmo assim aparecem mais e mais para preencher o lugar vazio que ficará.
Satisfazem-se todo o tempo somente com o que eles têm, sem pedir ao menos mais, estão de fato realizados por essa noite.
O que resta ao que se recolheu é esperar mais um dia apreensivo pela chegada da noite e facilmente assim satisfazer-se novamente.
Ainda ficam vertigens de objetos presentes na cena a se servirem aos olhos dos observadores falantes.

(André Luiz)

O que antes em instantes eram dois.

Amaram-se sem nem ao menos se importarem com os outros focos de vida humana que havia no lugar.
Deu o beijo molhado, o abraço apertado, os enrolares de pernas, os gemidos, os gozos, as dores, o prazer total...
Amaram-se sem nem ao menos se preocupar com o tempo, com o espaço...
Amaram-se constante se fazendo um só.
Quando a noite acabou, se separaram fazendo do que antes era um.
Agora são dois, um e um.

(André Luiz)

Por que rir e chorar?

Tantos riem e ao mesmo tempo choram.
Sorrisos momentâneos e choros prolongados.
De que seriam esses risos?
De que seriam esses choros?
Tendo os dois em união, podemos pensar.
Risos e choros combinados são alegrias que surgem.
Choros solitários, esses sim, são tristezas.
Ria e chore.
Não somente chore.


(André Luiz)

sábado, 17 de outubro de 2009


Hamlet - Por André Luiz

Em um simples fim de semana, antecedendo a um feriado de segunda feira, um grupo de amigos (André Luiz, Darjan Oerlys, Liliane, Gyzele Moura, Eurismar Junior e Keite Barreto) resolvem acampar em uma pacata fazenda fora de sua cidade. Em uma determinada hora onde seus reflexos e emoções não mais estavam controladas por si mesmos, registram os fatos engraçoados e vejam no que aconteceu...

video




André Luiz: - Deixa eu dirigir. Tu és meras umas pessoas que estais me filmando.
Gyzele: - Certo!
André Luiz: - Me deixas levar pela tua doidice que a minha doidice serás tua.
Voz: - Ei, sai de perto da fogueira.
Gyzele: - Ta bom!
André Luiz: - Entendeu?
Gyzele: - Pronto!
André Luiz: - Então, ó. Ilumina a caveira.
Gyzele: - Só ela?
André Luiz: - Depois, iluminas a mim.
Gyzele: - Certo!
André Luiz: - Certo? Ai, depois tu vens iluminas a fogueira e iluminas a lua. Depois da lua, tu passa pra mim novamente e deixa a caveira entre, tipo aquela pessoa obscura. Certo?
Gyzele: - Depois a lua.
André Luiz: - E eu termino o restante.
Gyzele: - Tu, a lua.
André Luiz: - Eu termino o restante.
Gyzele: - Tu, a fogueira, a lua.
André Luiz: - Não. A caveira.
Gyzele: - A caveira.
André Luiz: - Eu.
Gyzele: - Eu, tu.
André Luiz: - A fogueira.
Gyzele: - A fogueira. A lua.
André Luiz: - A lua.
Gyzele: - Depois tu.
André Luiz: - Ai, depois eu.
Gyzele: - Depois a caveira.
André Luiz: - Ai, depois a caveira e...
Gyzele: - Depois eu, tu e a caveira. Pronto!
André Luiz: - Certo? Ta certo?
Gyzele: - Adoro! Primeiro tu.
André Luiz: - Primeiro a caveira, Gyzele.
Gyzele: - Ta bom!
André Luiz: - Fica ali embaixo.
Gyzele: - Ali embaixo. Eu, aqui embaixo.
Andre Luiz: - Só a caveira.
Gyzele: - Só a caveira. Perai!
André Luiz: - Tu diz, gravando.
Gyzele: - Gravando.
André Luiz: - Por quê? Ser ou não ser? Eu? Porque me perguntas isso? Ó ser, tão transparente, tão indecente, de perguntar tais palavras, de usartes. Porque me perguntas tais coisas? Porque vos fazes? Porque me adimites? Não! Não! Não!Não!Não! Diante de tais luas Porque ser? Porque? Porque levardes? Porque deixastes? Porque imaginartes tais coisas sobre mim? Não! Não sereis, não sereis tais, não serei palavra, não serei pessoas, diante de tais promessas (Risos). O que? (Gargalhadas) Eu rio diante de tal felicidade que adormece entre mim, entre você. O que? O que? Hã? Me falas. Não. O que? Me beijastes? Te beijastes? Sim! Por que não? Fiz isso diante de tudo, diante de todos. Porque não fazer diante dessa lua, diante deste céu... Vai, adormece. Ficas e ficas e ficas e me deixais.

(André Luiz)

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Por mim...

“Não quero saber de tudo, se souber o amanhã não terá graça”.
(André Luiz)

Se seu período de vida findasse hoje, seria feliz?

Já fez coisas para se alegrar na vida.
Quando era criança corria, jogava bola, pião... Aprendeu a se equilibrar em uma bicicleta com a ajuda de uma amiga e para isso acontecer, caia muito.
Em uma idade que se sentia bem, deu seu primeiro beijo. Tempos depois, sua primeira relação amorosa. Tudo em seu devido tempo e com quem achava que era apropriado.
Logo jovem arranjou seu primeiro emprego, comprava o que lhe covinha comprar. Sai para as baladas com dinheiro próprio, sendo que não era motivo para pedir mais aos meus pais e garantir uma reserva maior na noite.
Amigos não faltaram durante essas etapas, foram pessoas especiais que caminharam com ele.
Hoje, vê a vida com outros olhos. Diferentes daqueles de tempos atrás. Olho mais firmes e sérios, sem muitos mimos ou carícias.
O perguntei: - Se seu período de vida findasse hoje, seria feliz?
Ele respondeu: - Não!
Só por uma coisa ele não iria feliz dessa vida.
O motivo de não ser amado por alguém que ele amou.

(André Luiz)

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Ele, o sedutor de papo mortal.

Aparece e a olha.
Não ficando parado esperando qualquer reação,
Se aproxima e se reverencia.
Acolhe a mão,
Beija-a sem pedir se quer licença.
Beija o rosto também, bem perto da boca.
Logo depois, envolve os braços sobre seu corpo e a abraça.
Passam bom tempo assim sem serem interrompidos.
Ele, cochichando ao ouvido coisas para a ludibriar.
Ela, somente escutando as coisas e se deixando render ao sedutor de papo mortal.

(André Luiz)

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Enquanto isso...

video

O sol nasce...
Observo.
O vento sopra...
O pássaro voa...
As folhas se mechem...
Observo,
Observo,
Observo.
As pessoas conseguem...
Observo.
Somente eu é que não...
E observo.
Fazer o quê?
Aprendo a conviver com esses detalhes.
Observo que somente observo.

(André Luiz)

sábado, 26 de setembro de 2009

Olhe para o seu próprio nariz.




Matas estão sendo devastados, animais estão sendo mortos para a industrialização de produtos ou até mesmos capturados e colocados em ambientes impróprios para criação, rios estão sendo poluídos tornando suas águas impróprias para o consumo, árvores estão sendo derrubados por conta do desrespeito do ser humano para com a natureza. E assim, os mesmos matam uns aos outros, tomam o que possuem e o mundo vai se tornando uma merda com a junção de tudo.


Enquanto isso as pessoas que eram para estarem se preocupando consigo mesmas e tentando resolver esses problemas estão simplesmente observando e tentando... Ou melhor, incomodando-se com a vida dos outros. Porra! A vida é de cada um e cada um tem o direito de colocar o dedo onde bem lhe convém, até mesmo no próprio... Temos o livre arbítrio de fazer o que bem entendemos, de viver da forma que mais nos convém viver, acompanhar a quem quer realmente nossa companhia, gostar de quem nos gosta independente do que somos e deixamos de ser, vivenciar momentos de alegrias com essas pessoas e principalmente sentir carinho por elas, sendo esses homens, mulheres, crianças... Mas não, enquanto você não está nem ai para o que está fazendo ou deixando de fazer as pessoas de alguma forma tem que perderem seu tempo imaginando coisas e ainda as dizendo sobre... Vá a... PI...

O tempo passa e você não olha para o seu próprio nariz. Eu vou viver minha vida da mesma forma em que estou vivendo e você perdendo o seu temo em dizer coisas que realmente não acontecem.

Tenho minha personalidade perante minha vivência enquanto você tenta de fato modelar ainda a sua, não tendo o bom caráter de ver com verdade o que acontece. Seja maduro (a)! Seja alguém de verdade que possa mudar, mesmo que seja o mínimo alguma coisa nesse mundo.


(André Luiz)

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Ela conseguiu.

Muito tempo se passou
Muito tempo estudou
E agora conseguiu
Realizou.


Agora é uma nova etapa
Agora ela vai trabalhar
No que se formou.
Guia, hahahaha...


Sabe porque as risadas?
É que é incrível o que aconteceu
Sabe o que fez um dia?
Se perdeu.


O que ela tem que fazer
É de fato aprender
A se orientar, caminhar...
Pelo lugar...


Para quando alguém quiser ir
De verdade ela conseguir
E ainda não precisar os outros
Procurar, por se perder por lá.


Mas isso ela consegue de letra
É contagiante
Sua força, sua razão...
Em fim.


Parabéns te dedico
De có salteado assim.
Mas, quando for pra um lugar
Não esquece de me levar.



(Repara no Luc da pessoa).
Parece guia turística?
A menininha tá crescendo de juízo.
Huahua =D

(André Luiz)




Críticas são o nosso melhor remédio.

Recebe-las é sempre proveitoso, porque não?
Enquanto muitos preferem ser acabados com elogios, vamos seguindo nossos passos com elas, se erguendo cada vez mais, recebo-as bem. De fato, quem se prestigiar a ser o da vez em dizer é porque realmente está sendo verdadeiro.
Só não podemos menosprezar a quem faça isso, pelo contrário, temos que elogia-los pra valer.
Corajosos são esses que criticam aos outros, lhes dizem o que realmente querem ouvir, mas, de nenhuma forma os rebaixam.
Assim críticas são construtivas quando ditas na hora certa, com palavras certas e quando se faz entender.
Críticas, o ser humano tem que aprender a viver com isso, saber...

(André Luiz)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Eu sou...

... Doido por quem me é doido.
...Doido por você, você, você, você e vocês.
Sou doido pelo raio de sol que surge na manhã, pela flor que desabrocha, pela exalação meu cheiro, pela remela que retiro do olho quando acordo, pelo bafo que me aparece...(Nojento)
Sou doido pelo cheiro que é de teu corpo, pela mordida que eu dou na comida, pelo dente que tenho que arrancar, pela palavra de mal gosto que me dita (Assim sei em quem poderei de fato acreditar), pela água que me molha, pelo vento que me toca, pela pessoa que me convém...
Sou doido por isso e mais além.
Sou doido por mim também.
Afinal se não não fosse por mim, não seria por mais ninguém.
Eu sou...
E sempre sereis (Vos vais e vos veis).
Eu sou doido, porém normal.

(André Luiz)

Quem seriam...

...Realmente aqueles que chamo de doidos?

Os que acordam e pensam em passar um tempo ao lado de quem realmente deseja estar ao lado?
Os que te escolhem como amigo, dividindo com você todos os momentos... Sejam eles de alegria ou tristeza?
Os que brindam contigo a verdadeira alegria e vontade do momento?
Os que te dizem o que realmente você precisa, na hora que precisa? (Afinal, muitas vezes não olhamos para o próprio nariz e não percebemos os nossos defeitos, ficando ainda com defeitos).
Os que de fato lembram de você até mesmo quando acordam? Dizendo: Que vontade se estivesse aqui...
Os que não passam mais ao seu lado, mas que de alguma forma no decorrer dia pensam ou lembram de algum instante vivido em que você esteve presente?
Os que te detestam ou não olham mais para a tua cara?

Quem seriam os que realmente chamo de doido?
Ou de fato o doido aqui sou eu que se pergunta sem parar?
Bem.
Doidos ou não, esses a quem presencio o passar são de verdade o meu hospício, o meu tratamento...

Se se perguntar do que realmente quer ter, com certeza pode ser até considerado como doideira, porem uma analise que estará fazendo da tua vida.

"Se em um instante do dia pelo menos metade do mundo parasse para pensar no que estão realmente fazendo ou vivendo, e/ou com quem vivendo o mundo seria... Um doido diferente dessa anormalidade em que muitos dizem viver. Pois, os doidos são os que realmente se preocupam com a realidade em que vivem. Enquanto os normais passam o tempo todo achando que são normais".

"Sou doido e sou feliz".

E se um dia quiseres ser um doido que faz parte em minha vida, saiba lhe dar com isso que eu sou. Doido!!

(André Luiz)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Minha Flor

Manhã cedo desabrocha
E mostra beleza de um ser
Melhorando...
Todo o meu jeito de amanhecer.

Não é branca, vermelha...
É de cor natural.
Pequena, mas por dentro grandiosa
Tem formosura e singeleza sem igual.

Ela é linda!
Beleza não lhe falta pra elogiar.
A amo tanto.
Como não poderia amar?

É minha maior razão.
É minha força,
Meu viver,
Meu lutar.

Desabrocha minha linda
Nesse dia e nos demais.
Mostra ainda o sorrir
Do que fez e do que faz.

Ama a quem te ama.
Perdoa não somente a quem te perdoar.
Fala, exclama...
E seja a quem verdadeiramente é e será.

“Nada do que possa escrever se compara a extraordinária mulher que é minha mãe”.

(André Luiz)

O assunto que faltava.

É incômodo não ter algo que escrever.
Mais um dia se vem e já são outros momentos.
Vem, e logo se vão.
Ocupam por pouco tempo.
Ainda restando pouco, fecho os olhos para pensar no que escrever e quando me dou conta...
Adormeço.
De fato o novo dia chegou.
Agora tenho algo.
Simplesmente o assunto de não ter nada para relatar no dia anterior.
Pronto!
“Assim, tudo se torna motivo para escrever”.

(André Luiz)

Se preocupas demais!!

Cabeça?!?
Ai!

A vejo normal,
Mas, já que sente isso.

Está como um balão,
Uma bechiga,
Prestes a ser explodida.
Prestes a explodir.
O que faz agora?
Deixa explodir de vez?
Fica a aguentar a dor?
Faz de conta que não está assim?
Perguntas e mais perguntas.
Só isso vem.
E a cabeça continua...
Como um balão prestes a explodir.
Vendo a hora fezer, Bumm!

Cabeça!!

Ai!!

Parece que só de pensar, doi.




(André Luiz)

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Vai, mas volta.




















Vai sem demora.
Vai!
E não diz adeus.
Vai e nem se quer olha para trás.
Nem pense em um só instante em desistir.
Vai...
Nada de despedidas.
Que eu fico aqui.
Espero-te.
Que ficamos aqui.
Esperamos-te.
Quando voltar
E se um dia voltar.
Estaremos aqui no mesmo lugar.
Só relato que não da mesma forma, jeito...
Mas, estaremos aqui.
Vai... Vai!
Faz o que tem que ser feito logo.
Faz e lembra em cada momento de nós.
Aqueles que não foram.
Mas, que te esperam.
Vai sem demora.
Vai... Já é hora.
Nada de despedidas.
Nada mais.

(André Luiz)

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

As mãos na hora certa.

É incrível que em alguns dias você consiga pensar em várias coisas diferentes, revê tudo o que aconteceu em momentos recentes que quer relatar, pensa não só neles, mas, as palavras certas e coerentes, as formas de como vai contar tudo para não parecer um sentimento além do que é para ser, (afinal todo ser humano imagina mais do que vê) e encontra-se sem forças suficientes para jorrar.
Já, em outros dias, sem nenhum esforço, diante de um papel e uma caneta facilmente se passa tudo, levemente se jorra tudo, sem demora e ainda brinca com as palavras.
O ser humano é uma coisa incrível, sendo as mãos parte dele.

As mãos...
“As uso não somente para escrever como também para acariciar a quem de fato merece.”

(André Luiz)

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Aqueles que amam...

...Cada um por cada um?!
Qual o sentido?!
Dar-se por inteiro a todos sem ter medo?!
Usar-se amorosamente a todos?!
Qual o sentido?!
Amar cada um aos poucos é mais gozador?
Amar a quantidade inezata, teu coração é capaz, mas, em fim, há vários amores, todos eles diferentes.
Amar é tudo que passamos grande parte fazendo.
Amando a quem nos ama.
Gloriando a quem nos gloria.
Ai, o resto, é resto. Até o ponto em que possamos ama-los também.
Assim não sobra tempo para a tristeza, angustia, solidão... E mesmo quando aparecem, lembramos de pessoas que existem e que nos amam, pessoas que estão sempre ao nosso lado.
Vida!
Vida vivida e idolatrada.
Amor de forma dada.
Hoje temos e gratificamos a quem o merece (Quem merece).

"Os que amam, amarão à aquele que não ama, pois não serão secos iguais a eles."

Qual o sentido?
Esse cada um tem o seu guardado.

(André Luiz)

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Comparando vivências dos de antes com os de agora.

Seres humanos famintos da mata usavam a escuridão para caçar, passando muitas vezes até a noite toda a procura de sua presa (pois era o horário em que muitos dos selvagens estão descansando e ficava mais fácil de capturá-los).
Após capturá-los, os matavam, arrancam sua pele e a esticavam-na para servir de matéria prima para a confecção de algo. Despedaçavam todo o seu corpo, separando as partes que serviam para consumo das que seriam deixadas lá para a alimentação de outros seres vivos da mata (partes que viam que eram desnecessárias para a alimentação).
Assavam as camadas de carne de uma só vez em brasas ardentes de uma fogueira e as devoravam com as próprias mãos, devoravam por completo, saboreando cada pedaço, sem deixar um só fio de carne.
Os ossos muitos deles eram guardados para a criação de objetos de utensílios de cozinha, enfeites para os seus corpos ou até mesmo na criação de armas para novas caças.
Continuando assim o seu ciclo de vida.

Já os seres famintos da cidade buscam em seus bolsos dinheiro (alguns o pouco que tem) para irem até o lugar mais próximo onde se encontram os estoques de comidas em grandes quantidades (percurso que dura pouco, podendo ainda descansar o resto de tempo que falta no conforto de casa).
Preparam tudo em panelas aquecidas em fogo de fogão industrializado movido a gás.
Saboreiam a comida pronta em poucos minutos com gostos de outras coisas mais que são colocadas como tempero e as degustam com pedaços de ferros nas mãos que servem para levar a comida até a boca sem sujar as mesmas.
Os restos que sobram, muitos juntam e jogam no lixo, outros guardam para alimentações seguintes (quando há a possibilidade).
Depois que acabam com o estoque compra mais ainda no supermercado, fácil, fácil (quando se tem com o que comprar).
Continuam assim o seu ciclo de vida.
Continuam assim...
E vemos que muitos dos de ontem, hoje já seguem esse ritmo também.
Suas mentes já não são mais as mesmas. Foram lavadas,reformuladas, manipuladas pela sociedade industrializada.

(André Luiz)
.

sábado, 29 de agosto de 2009

Deja vu


Um instante vivido novamente por conta da fala pronunciada, da gaveta aberta, do objeto guardado, do pensamento vindo... Até o instante que é entregue o envelope. Pronto! Esse já não faz parte do...
Se foi mesmo vivido certezas não apareceram.
Engraçado isso.
Na outra vez que acontecia esse instante o estado de espírito era outro.
O bom que fica, é que em um o instante era estado de tristeza e em outro era somente alegria.
Se acontece de novo?



Sem resposta.


(André Luiz)

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Estão ao nosso redor.

Onde menos imaginamos eles estão sem frases escritas em suas testas tornando possível assim serem facilmente identificados.
Rondam por entre todos e se apoderam dos que veem que são facilmente concientizados.
Sem piedade controlam o tempo e espaço.
Depois de muito persuadindo arrancam sem dó o que querem e fogem sem dar noticias.
Eles mesmos.

(André Luiz)

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Transformação do tempo.

O mar está calmo, assim como quem o olha.
A árvore está parada, assim como quem usa sua sombra para descansar.
O sol brilha, assim como quem dele recebe seu claro raio.
O vento sopra, assim como quem vive soprando a vida de felicidade.
A flor desabrocha, assim como aqueles que acordam de bem.
O pássaro paira no ar, assim como alguém estando encantadoramente ao lado.
O tempo passa e...
O mar se agita, assim como as tormentas que surgem na vida.
A árvore se meche, assim como alguém quando fica alvoroçado.
O sol queima, assim como alguém que estraga o rosto sorridente de outra pessoa.
O vento arrasta tudo, assim como muitas vezes alguém joga fora o velho que já é parte e passa a viver o novo que ainda não conhece.
A flor mucha, assim como alguns que esquecem a essência da pessoa verdadeira que está ao lado.
O pássaro cai por estar com a asa quebrada, assim como alguns que caem muitas vezes por fazerem a coisa diferente do que é para ser.
O tempo passa e assim como tudo mudou uma vez mudará novamente daqui a um TEMPO.

(André Luiz)

domingo, 16 de agosto de 2009

Lágrimas

Suavemente, surge um aperto no peito que me deixa pensativo e inexato.
O que é isso que me consome?
De repente, todas as imagens do momento vêm em mente como se fosse uma avalanche e desmorona sobre mim.
Sem estar ciente do peso da montanha que acabara de desabar ainda surge no cantinho do olho um brilho que em instante vai aumentando, sacando levemente para fora como se quisesse dizer algo.
Simples, escorre pelo rosto sem caminho traçado, sem percurso dito, simplesmente escorre e quando se dá conta surge mais e mais, uma atrás da outra fazendo naquele momento do seu rosto um mar, não de água salgada com ondas grandes e belos animais marinhos, mas um mar de pranto e dor pelo passado presente acontecido.
Desesperadamente elas escorrem, banham e sinalizam algo que magoado a mim aconteceu.
Daí se faz o choro, com total complemento.
Sendo o sinal de que algo está errado.
(Sei que ela pode vir de alegria... Mas essa é mesmo de magoa e decepção).
(André Luiz)

A falta


O que me falha agora é o toque que não foi mais dado, o suspiro aliviado, a palavra bocejada, o carinho afagado, o gemido de desejo, a vontade de se ter, o prazer...
(André Luiz)

É, você mesmo.


Às vezes queria que fosse como eu.
Em outras poderia mesmo querer e querer ainda mais se visse você se esforçar para isso.
(Já em umas horas vejo que é egoísmo de minha parte).
Mas, não é de eu, querer que alguém se modele aos gostos e quereres meus.
Porém, poderia ao menos fazer algo para agradar e não me deixar tão mal assim ao ponto de fazer coisas que possamos dizer “erradas”, coisas essas que não estavam em meus pensamentos, esquematizados.
Assim com isso, vou aprendendo que o mundo traz pessoas para nos mostrar os pontos em que temos que mudar de verdade para que cheguemos a perder a tal façanha de um mundo em que tudo seja a mim.

(André Luiz)

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Meu coração que outrem era seco,
Hoje se enche e cria asas de emoção.
Bate no novo compasso, no novo ritmo,
No novo embalo de uma canção.
Essa canção entoada de prazer, gozo e dor.
Dor de veras, de torpor.
Veras de sentir e estrangular.
O sem ter e o não estar.
Meu coração hoje voa.
Voa alado de prazer
Ao gostar de amar.
Ao gostar da novidade ter.
Novidade essa embalada
Na avoada das asas a bater.
Voa coração!
Voe e nem pense em parar!
Voe em rumo do existir.
Voe em rumo do amar.
Amar a quem te ama.
A quem te acompanhar.

Todos têm o direito de errar.

Errar é algo que ficou para nós mesmos.
Somos seres humanos e temos todo esse direito.
Jamais seremos como máquinas que funcionam corretamente porque às vezes até mesmo elas erram, acabam emperrando.
Erramos e aprendemos com esses erros, pois muitos de nós passamos por momentos assim ou passaremos, não sei.
Muitas vezes fazemos algo e logo essa ocasião se repete, é porque a primeira não serviu como aprendizado. Não digo isso por criticar, mas é a realidade. Embora, muitas vezes eles servem até mesmo para nos fazer melhorar diante do nosso amadurecimento constante. Dão-nos patadas, ponta pés e nos mostram defeitos que temos e que não conseguimos enxergar, aparecem somente para dizer onde temos que melhorar e se aceitamos não os repetimos mais.
Os erros não são somente erros, em ocasiões são acertos (que loucura essa minha. Como explicar?) acontecem sem a gente menos esperar e nos mostram a certeza da realidade.
Erre, você pode.
Erre e veja também no que pode mudar com isso.
Erre uma vez, duas, quantas vezes precisar para aprender.

(André Luiz)

domingo, 9 de agosto de 2009

Pode.

Depressa!
O amasso.
Do poder,
Enlaço...

Prenso,
O segundo.
Depois penso se...
E passa.

Ponho no olhar,
O que vem.
Desejo...
E tenho você.

Pode assim o poder a te ter.

(André Luiz)

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Falarei, Procurarei, escreverei e com isso mudarei.

Falarei de amores estando feliz.
Procurarei usar as palavras com emoções de sentimentos astrais.
Escreverei e contagiarei os outros como se fosse um vírus em que todos pudessem inalar de uma vez, deixando-os em um só sentido de felicidade.
Já imaginou isso acontecendo pelo menos por alguns minutos de um dia qualquer?
Agora falarei e escreverei do que estou vendo e não do que mais desejo.
Os desejos são meus e tem que ficar comigo para serem criados e almejados pela pessoa certa. Se os ficar balbuciando para o vento poderão ser estranhados ou até mesmo desejados mais do que eu os desejo. Que loucura essa minha! Que egoísmo esse meu, mas temos que ser um pouco assim também.
Estou em uma fase boa de minha vida, onde me encontro em mudanças totais.
Muitos devem estar pensando várias coisas com isso, mas não deveriam, temos que ter tempo para nós também, para avaliarmos cada passo que iremos dar, cada palavra que iremos dizer, cada pessoa que iremos conhecer, cada momento que iremos curtir... Estar perto de quem realmente me deseja por perto. “Atenção real será dada a mim será devolvida em dobro não esperando nada de ninguém.”
O ser humano, nós, somos irreconhecíveis perante nossos pensamentos, sendo que não deveríamos ter medo das coisas e sim de nós mesmos.
Pois é, podem até pensar que estou louco, mas, é isso mesmo. Se perguntarem...
Os que lêem e participam ativos comigo, sabem o motivo de cada palavra, pois as viveram em cada texto escrito e em cada sentimento sentido e contido.
E é isso. Querendo iniciar uma nova fase de vida, uma nova continuação de jornada com uma mudança em transparência, permaneço a indagar cada passo meu em cada caso que aqui possa ditar.

(André Luiz)

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Vivendo loucamente

Vamos viver intensamente essa loucura que nos cerca,
Desentediar o tempo com facetas dessa mutua,
Gozar a vontade de estar perto,
Gemer de prazer dessa ventura.

Vamos viver sem preocupação.
Essa loucura a nos controlar.
Ficarão na mente os momentos que passarão.
Ficará o que ficará.

Podendo dizer do que assim viver,
Agora e depois, só não sabendo como serão
As palavras que usarei,
Palavras que usarão.

Mas, façamos de forma incomum,
Não sendo eu de você,
Nem tão pouco você de mim.
Saibamos resplandecer assim.

Hoje te digo que te quero,
Amanhã poderá me dizer
A maior coisa que quero,
A maior que será (você).

Vamos viver intensamente essa loucura que nos cerca,
Pensando onde iremos pisar,
Se em espinhos
Ou nas águas do mar.

Viveremos incomuns
A forma que usaremos
Desse tempo e espaço
Desses dias que virão.

Vamos viver intensa essa loucura que nos cerca.
Vamos.
Segura minha mão.
Segura, não solta e sente a emoção.


(André Luiz)

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Versos que não escritos se resurgirão

Canta, canta sem demora.
Canta, canta sem parar.
Porque é na noite que surge.
Tantas palavras para ditar.

De dia passo o tempo procurando.
Pensando o que é que eu devo escrever
E a noite nem preciso forçar a cabeça
Para tudo isso jorrar e se ter.

Canto e escrevo sem demora.
Canto e escrevo sem parar.
Ainda surgem e ficam no ar.
Perdidas pelos cantos...

São tantas que não consigo as escrever.
São tantas que mesmo rápido se escapam e se vão.
Talvez um dia voltem para o pensamento
Ou mesmo direto na palma da mão.

Escrevo sem demora.
Escrevo sem parar.
Logo, logo desenrrola o sono
E tenho que deitar.

Quem sabe outra noite.
Quando cantar, cantar e escrever
Consiga passar a ela os pensamentos que surgem.
Os que consigo ter.

Boa noite!!

(André Luiz)

terça-feira, 28 de julho de 2009

Espera do pedido que é de um por todos.

Pedirei bem alto para você escutar.
Não falarei que ontem passou e jamais direi o que aconteceu.
Mera esperança guardou, mero momento ele me deu.
De ontem so lembrarei e levarei a saudade que me foi dada.
Pelo que pensa que passa.
Pelo que passa e não pensa em voltar.
Deixa viver outra vez a tudo que de saudade se fez.
Jamais falarei do outro tempo.
Eu prometo!
Que de lembranças irá me dar pela segunda vez a sentir
Do mesmo jeito ao lado de quem estar.
Agora, só te digo algo.
Que depois que acontecer de novo,
Te pedirei outra vez para o novo não mais passar.
Congela-te hó tempo.
Deixa teu ser homem te usar de aventura e contento,
No vão da loucura de ir e voltar.
Fazer acontecer de novo o que pensar esse povo.
O pensar.
Te pesso...
Não somente eu.
É um clamor do que vejo naqueles que não tem a coragem,
De ir até lá e te pedir nem que seja baixinho.
Para aos outros não revelar.
O pedido que deseja.
Volta!!
Eu te grito grandioso.
Sem vergonha e sem saber.
Vai!!
E eu te espero pra me responder
Mas lembra.
Jamais falarei do ontem se novamente ele viver.
Vai!!
Ligeiro sem atropelar.
Vai!
Corre.
Estou te esperando.
E volta.
Para uma resposta boa me dar.

(André Luiz)

De que estou ficando velho não há dúvidas.

Disso fala minha barba que cresce, meu cabelo que cai, deixando um pequeno círculo onde o centro é meu couro cabeludo, minha pele se enrruga cada vez mais e percebo, quando a aliso, minhas pernas se cansam a cada caminhada do dia quando não consigo ir mais longe do que antes, ficando também minha respiração ofegante, meu apetite não é mais o mesmo como o de um jvem de 18 anos, minha memória já falha com poucas coisas, sendo elas as mais bobas, minha escrita já não é mais a mesma onde se escrevia sobre aventuras e amores.
É... Não consigo me adaptar com os novos tempos. Percebo, pois tudo está mudando, tudo mesmo. As coisas já não são como eram antes.
Estou mudando mesmo, ou melhor, estou ficando velho.
Caramba!!
Que tempo enganoso.
Não consigo me adaptar aos tempos.
Estou ficando velho e disso não tenho dúvidas. Agora que tenho conciência disso, tenho que preparar meu espaço, meu cantinho e ditar nele somente as palavras de momentos que vivi.
Espere!!
Posso estar envelhecendo, posso estar caducando, mas ainda espero o que mais esperei por toda esses anos.
Ver uma...

(André Luiz)

Uma beleza TELAPINTADA.

Percebo cada linha pintada, cada pincelada dada. Parecem ser bem autênticos, bem como a essência Tupi, percebida por teu rosto arredondado, cabelos mais que negros, nariz logo desmontado de qualquer possibilidade de afilação, boca ainda que pequena e manipulada por traços que não são de tua raça, colar que por muitos é utilizado, cor da pele manchada pelo sol...
Mesmo passando tempos em te observar, não tinha ainda me dado conta de que ficarias em um lygar tão proximo a mim, somente percebi depois de um bom tempo em que o observava e fiquei feliz por saber que poderei te ver a qualquer hora do instante em que estiver aqui.
- Porque não falo do teu amigo??
Te digo que nem mesmo ele olhas para mim. Como poderei falar algo dele? Como falarei se não me dá o privilegio de o admirar? Todas as belezas que são faladas, são as que são vistas por olhos daqueles que as admira. Assim tais ditos são escritos e bem pensados antes de serem colocados diante de tanta beleza mostrada.
Te admiro e de imediato percebo...
Como eu, muitos verão tal beleza estampada em tua tela.
Poucas cores, pouco espaço, mas tudo que trazes é reconhecido, tudo o que te foi reconhecido é dai diferente à tal beleza encontrada em mim.
(André Luiz)

terça-feira, 21 de julho de 2009

Sombra que acompanha

Para que estás na calada da noite
Sabendo que nela há escuridão?
Tú tens pânico e se assombras.
Mal sabes que sou eu
Que passo a te acompanhar.
Seis que tens medo
Por isso te sigo sem deixar me ver
Tu não sabes que sou teu amor
Nem quero te dizer.
Na calada da noite ando
Por teus passos a percorrer.
Poque te quero protegida
Meu querer de noite a brilhar
Não te assustas na noite escura
Pois saibas que vou lá estar.


(André Luiz)

Usar de um capuz

Usar-te todo esse tempo um capuz cobrindo tua face sem deixar-me ver realmente o que meu querer queria na verdade. Usava-o, mas a cada dia comprovou-me que te amava cada vez mais, mesmo não sabendo quem eras. O capuz, fez de te um símbolo facilmente encontrado nas noites mas sem ter a oportunidade de tocar teu corpo tira-lo e ver tua face. Protege-te, mas um dia saberas que quem te amou não pode ver ao certo quem amava.

(André Luiz)
"Que meu mundo seja difícil para que eu possa nele aprender com as situações vindouras, que nelas possa crescer amadurecendo minha mente, corpo, alma... Vivendo cada oportunidade que a mim foi dada."

(André Luiz)

Querer e não poder

Quero de você palavras sinceras das quais não posso duvidar, sorrisos para que possa ter uma certeza de bons e delicados momentos, abraços apertados para me passar o quão é bom na vida possuir um ser de carne desejada, suspiros de bens ao ouvido, sonoros, por lábios molhados como os teus... Quero de te, um longo beijo de arduos e meladas passadas de língua, ouvir teu coração garantindo que ele acelere estando ao meu lado e fazendo com que para escuta-lo permaneça o meu ouvido colado em teu peito, passagens duradouras de toque em teu couro quente e suado, que me veja como realmente sou sem se deixar levar pelas realidades a que temos que nos submeter. Assim vou querendo. Do querer, o não poder, do não poder a outro e o querer de outro dono já se tem permanecendo no querer de te ter sem poder, no querer que é somente meu e de outro alguém.

(André Luiz)

O chegar da Adolescência

Carregados pensamentos rodeiam.
Tão maravilhoso nesse momento
De aventura universalmente mental,
De seres alucinados
Por magnificas,
Aleatórias
E centrais emoções como o meu,
Se colocando em sonhar,
Em gozar,
Modelando-se em propósitos
De começar a viver
A aventura determinada
De cada dia que se vai passar,
De cada história que irá viver.
São de formas avassaladoras
Mentes naturais para uns
E para outros
Permanência em soberbos espaços.
Do fato de que as mentes igualitárias
Carregam o fardo pesado
Mostrando o verdadeiro de cada um.
O verdadeiro que irá ser.
Ou que tentará.

(André Luiz)

Passem-se dia e noites.

O sol aparece
Transpassando minha transparência,
Fazendo minha pele arder
Sem ao menos o deixar olhar penetrado.
Seus raios são fortes,
Sua claridade é intensa.
Sua beleza é grandiosa,
Assim como sua companhia.
Passa...
O dia se vai e com ele o sol.
Anoitece.
Vem a lua,
Trazendo a escuridão
E as estrelas que se destacam no céu
Assim como ela.
Mas, como o dia
A noite também se vai.
A lua também se vai.
Passa...
Vem o sol...
As vezes escondido por nuvens
Outras já como veio ontem
Vem...
E permanece a mesma rotina dos dois a cada dia.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Todo grande líder é movido pelo desejo de mudança, pela indignação diante da realidade e pela esperança. Alguns poucos se destacam na história e ficam conhecidos no mundo todo. Mas a maioria faz a sua parte no anonimato, muitas vezes por pequenos gestos.

(Autor Desconhecido)

sexta-feira, 17 de julho de 2009

"Só aqueles que tem a paciência de fazer as coisas simples com perfeição é que adiquirem a capacidade de fazer as coisas difíceis com facilidade".

(Autor Desconhecido)

Pare, observe, ouça e mude.

Passa um e eu olho.
Passa outro e eu olho.
Passa mais outro e eu olho.
Passa...
Repassa, na correria do dia sem tempo de saber
Que o bom de tudo é parar e ver
Sentir a sensação do que é bom.
Sentir o gosto do prazer.
Há, como queria parar a todos
E que nessa parada pudesse fazer,
Mudanças ordenadas,
Mudanças em querer,
O gostar de estar,
O gostar de algo prevalescer.
Quero...
Mas sei que não posso.

(André Luiz)
"O medo de amar é o medo de ser livre".

(Beto Guedes)
Diego não conecia o mar. O pai Santiago, levou-o para descobrir o mar. Viajaram para o sul. Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando. Quando o menino e o pai enfim alcançaram o mar e aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar o mar estava durante os seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar estando a seu fulgor, que o menino ficou mudo de beleza. e quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai: Me ajuda a olhar!

(Eduardo Galeano)

Desprazaer momentânio.

Quero me disfazer da vida.
Desejo um outro lugar.
Viver, sonhar...
A vida que a tempos antes tinha,
Quero de volta ter.
Desejo ainda mais me disfazer.
Escapo por instante.
Busco um outro lugar,
Um outro lugar...
Quero o mundo do outro lado,
De outra forma,
De outro patamar.
Quem sabe até saboreando morango
De teu paladar,
Vinho
Escapando de tua boca pelos lábios teus
E enxugando logo após com os meus,
Tua mão a deslizar por meu corpo,
Junto com o gemido
Do prazer por estar comigo,
Do gozo da vida a ter.
Quero me disfazer dessa vida,
Para uma outra vida ter.

(André Luiz)

Pequeno pensar.

Ser ou não ser?
"Sou aquilo que de mim é de direito e real!"

(André Luiz)

Apresentação

Parado em meio ao horizonte da avendida da cidade, vejo o mundo que a mim é apresentado.
O sol que nasce e cresce, o ângulo do imovél que é existente, o senhor que dorme na alçada sem se preocupar e logo ao lado dele uma rua vazia posso avistar.
Vejo no horizonte do instante em que estou na avenida, vejo tudo, vejo a vida, vejo o que vejo.
Olho admirado depois de tempo em ver, para uma parede sólida e penso em tudo, tudo do que ainda possa acontecer.
O que vi é impossivél comparar com o que vivi.
Vejo...
E continuo a olhar.
Agora para todos que nessa rua passam a passar.
Passe!

(André Luiz)

Vou até ai para saber.

Tocou!
Chegou até meus ouvidos.
Gritos entoados
Da garganta umidecida
Na busca da ajuda
De uma simples, perdida.
A cada segundo que passava
Havia inesperança de escutar
O aviso de socorro que era poupado
O aviso que era mal dado.
Quando se escuta
Não se pode deixar negar
Um pedido...
Por mais que este
Respostas não saiba dar.
Claro!
A garganta era pequena,
A voz era baixa...
O que não deu para entender?
Espere!

(André Luiz)

Mundo meu. Meu mundo.

Lugar calmo...
Deserto...
Onde falo...
Grito...
Ninguém...
Alguém!
Não me ouvem estrondar a mente.
Paro.
Escuto...
Desenrolo avulso,
Gritos da alma sendo enforcada
Por loucos pensamentos
Que a tratam de morada.
Mundo que me rodeia.
Que em muitos,
Não deixa andar livre entre os lados declives
De caminhos que não percorri,
De pessoas que não conheci,
De pensamentos que não percebi,
De...
Quero um mundo meu,
De felicidade e de cor,
Só não quero do mundo
Solidão de amor.
Isso sei que não mereço.
Isso sei que não merece a quem amou.

(André Luiz)

Procurei

Não desisti a dias, de várias formas e maneiras encontrar jeitos diversos para deixar de lado os pensamentos fúteis da vida rotineira e cotidiana. Pensar somente em vão felicidades, mas fica difícil em meio a tanta movimentação encontrar um momento para a solução em que possa despejar com você os mesmos.
Meus pensamentos vagueiam por entre os campos do dia a espera da hora em que sejam a te ditos. Meus... Esses que não são de ti.

(André Luiz)

Jogada de mestre

Qual será o jogo da verdade que aparece no olhar?
A mentira assola pensamentos de estar e de ser.
Porque, me devolver a solidão que a tempos dei?
Digo...
Disdigo...
Faço...
Desfaço...
Desafio.
Estou calado e sozinho.
Ouço a voz que diz baixinho.
"Eu te amo!"
E que um dia a ela eu poderei amar.
Qual será o jogo que não passa a revelar?

(André Luiz)

Convite à uma mudança.

Vamos juntos imaginar um mundo.
Contar as estrelas.
Pensar no que podemos fazer para ajudar,
Levando em conta a situação em que está agora
E como vai estar daqui à algum tempo.
Reunir uma porção de pessoas para festejar a amizade.
Pensar em fazer coisas despojadas de boa ventura,
Talvez até pensar que mar é rio e visse versa.
Fazer do pensamento uma possivél realidade.
E que boa, passe percebida,
Para que surja uma avalanche e leve junto
O ódio, a preguiça...
Vamos amar...
Fazer o que é preciso com o empenho necessário.
Vamos!!
Vamos?
Já faço.
E você, ainda nada.

(André Luiz)

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Cópia tua.
~~> " Sou pessoa de dentro pra fora. Minha beleza está na minha essência e no meu caráter. Acredito em sonhos, não em utopia. Mas quando sonho, sonho alto. Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente.
Sou isso hoje...
Amanhã, já me reinventei.
Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim.
Sou complexa, sou mistura, sou mulher com cara de menina... E vice-versa. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar...
Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos. Sou boba, mas não sou burra. Ingênua, mas não santa. Sou pessoa de riso fácil...e choro também! " <~~

(Tati Bernardi)

quarta-feira, 15 de julho de 2009

"Use sua força para guiar seu destino. Tudo o que você desejar com intensidade pode transformar seu caminho. Quem acredita nos seus sonhos tem apenas uma direção: Sempre em frente".

(Autor Desconhecido)
"Todas as cartas de amor são ridículas, mas, mais ridículos são aqueles que nunca escreveram uma carata de amor".

(De um amor que existiu).

Quando?

Pensar em você e imaginar um verdadeiro espaço diante de mim.
Ficar a ver um campo imenso, rodeado de flores que emanam cada vez mais forte o cheiro que me faz lembrar de você.
Ver tudo ao meu redor sem defeito, real ou com ilusão, aquilo que completa a solidão.
É quando estou sem você...
"Engraçado brincar com a imaginação diante do prazer que se dá em estar livre, livre para viver, viver para se realizar".
Agora.

(André Luiz)

Porque chorar a alguém algo que é teu?

Deixeis que escorra por entre o rosto e enxarque o solo seco.
Que onde caia faça brotar algo de bom.
Quem sabe uma vida, uma bela e grandiosa vida.
É melhor do que elas serem enchutas por alguém que nem mesmo faz questão de acolhe-las na palma da mão.
Porque?
Chorar porque?
Choro, pois sou um ser de sentimentos, meu coração bate por um bem maior, por algo que me dé em felicidades o que em felicidades dou.

(André Luiz)

Dimensões

Bela é a que faço de ocupação.
A cama é a primeira,
Bem como o quarto,
A sala,
A varanda.
A cama é onde se nasce,
E se ama,
E se sonha,
E se morre,
Principalmente se sonha.
Sonha, com outras dimensões.

(André Luiz)
"...Procura/ curtir sem queixa o mal que te crucia/ O mundo é sem piedade e até riria/ Da tua inconsolável amargura./ Só a dor enobrece e é grande, e é pura./ Aprende a ama-la, que a amarás um dia".

(Manuel Bandeira)

A quem possa...

A quem possa desejar a carne mórbida que completa o monte, a fala aguda e abundante que simplismente deixa acalmar o seu ser, aquele que faz o que pensa, aquele que não pensa no que faz.
A quem possa se iludir em cortejar pelo simples momento de delicadeza que demonstra.
A quem possa acreditar nas pequenas e emocionantes palavras que surgem de sua maravilhosa boca gracejada.
A quem possa ver um ser para querer ao lado, hora para completar solidão, hora prestar prazer de consolação.
A quem possa colocar no lugar do outro ou até mesmo juntar os três prazeres em um só.
Assim, triste será o decorrer se um é isto e outro é aquilo sem explicitar que os demais se desenrrolam em colocação pelo que acontece em momento.
Mesmo que possa, fatos perante a estória fazem com que o desejo, a ilusão, o acreditar, o ser, em fim, o necessário para o existir, não exista diante de quem poça, diante daqueles que se fazem verdadeiros sem mesmo saber se verdadeiras são, podendo se completar num simples sim.
A quem...
Há.

(André Luiz)

Eu quero...

...Da tua mão, o toque...
...Da tua boca, o beijo...
...Do teu olhar, o meu ver...
...Da tua narina, o detectar do meu cheiro...
Em fim.
Quero mesmo a sua companhia.

(André Luiz)

Pequeno pensar.

"Pensar no mar e no seu horizonte é pensar no que ainda não viveu, no que ainda não aconteceu. É pensar no que de tudo te faz bem e te deixa livre".

(André Luiz)

Só a imaginar é que não consigo ficar.

Eu te vejo,
Te escuto,
Se te tranquilizo, não sei.
Te suaviso,
Não te deixo arder em solidão.

Te vejo...

Viajo,
Entre as estradas do pensar,
Surfo nas ondas de um mar,
Passo tempos na areia a andar,
De encontro contigo.

Eu, te vejo!

Meu ver é tão verdadeiro,
Que em imaginar carrego uma parte sua.

Mesmo não sendo real,
não estando contigo.
Te imagino.

Quero mesmo
Te ver,
Te tocar,
Te escutar...
Ser um ser verdadeiro a mim.

(André Luiz)

Fácil quando se tem professores.

Como é fácil garantir um abraço carinhoso.
Como é fácil ter pessoas do seu lado.
Como é fácil ver que alguém te diz que é amigo.
"É otimo ter pessoas para chamar de amigo".
É fácil...
Quando se tem amigos professores.
Como é fácil fazer acreditar que o que é fácil é verdade e que esses professores são realmente amigos.

(André Luiz)

Chove...

...Escorre por entre meus traços arredondados pequeninas gotas que me abraçam.
Sozinhas não fazem nada comparado ao momento em que juntas te deixam...
Escorrem e me encharcam.
Como é lindo a proporção em que a união se faz.
Chove...
Não para por um bom tempo.

(André Luiz)

Há.

Há quem possa deixar o tempo fazer dele uma simples parte, um consolo ao longo das horas, onde quem deixa passar não sabe quando realmente vai parar ou até mesmo não sabe ver quem nele está indo.
Há que exista um lugar, um rio onde possa jogar um coração e lá se torne uma pedra para não mais sentir saudades ou solidões, fazendo do tempo um sinples companheiro que lhe aprecia no passar das águas.


(André Luiz)

"Nenhum caminho de flores conduz a glória".

Apareceu de surpresa, tocou o material com tamanha ferossidade e caiu, ficou lá por tempos e sem se mover parecia que estava falecido, aos poucos voltou ao normal e se ergueu novamente e atingiu o mesmo material transparente. Agora, estando mais conciente da pancada, seguiu pelo outro caminho, desistindo daquele que a tempos antes tentava.

"Muitas vezes nos deparamos com obstáculos, batemos de frente varias vezes e imaginamos que procurando outro caminho sendo ele fácil poderá ser o melhor de seguir".

(André Luiz)

Observação à um "louco".

Não consegue organizar os pensamentos para escreve-los. São anormalidades que se conjuntam em sua mente e faz pensar em varias coisas ao mesmo tempo, coisas de diversas estremidades dos quais queria viver, estar vivendo, ter vivido.
Sem acentar, aos poucos fica ainda mais louco com tudo, mesmo que uma parte tente devagar organiza-los, adequar cada um ao estado fazendo com que venham um de cada vez.
A mente se tormenta.
Há! Toma então porres de desesperos e grita por dentro.
Saiam dos meus pensamentos, vocês já não são tão importantes.
O silêncio vem.
Tudo volta ao lugar e passa a pensar em uma só coisa: Te ver.



(André Luiz)

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Perfeita companhia

Arredia essa apertação,
Que invade meu ser
E se instala em passos firmes
Ao meu corpo
E mente.
Invade...
Instala...
Consome meu espaço
E um pouco a cada vez
Tem o controle da situação
Fazendo com que pense em você
E celebre a felicidade da mesma
Qual tal me acompanha até hoje.

(André Luiz)

O que tem?

Em um tudo tendo um nada.
Em lágrimas tendo tristeza.
Em tempo sem ocupa-lo.
Em mina sem diamantes.
Em caminho sem destino.
Tudo sem adiantamentos.
O que tem?
"No fim de tudo isso,
Tem o que mereça receber".

(André Luiz)
A Lista

Faça uma lista de grandes amigosQuem você mais via há dez anos atrásQuantos você ainda vê todo diaQuantos você já não encontra mais...Faça uma lista dos sonhos que tinhaQuantos você desistiu de sonhar!Quantos amores jurados pra sempreQuantos você conseguiu preservar...Onde você ainda se reconheceNa foto passada ou no espelho de agora?Hoje é do jeito que achou que seriaQuantos amigos você jogou fora?Quantos mistérios que você sondavaQuantos você conseguiu entender?Quantos segredos que você guardavaHoje são bobos ninguém quer saber?Quantas mentiras você condenava?Quantas você teve que cometer?Quantos defeitos sanados com o tempoEram o melhor que havia em você?Quantas canções que você não cantavaHoje assobia pra sobreviver?Quantas pessoas que você amavaHoje acredita que amam você?

(Oswaldo Montenegro)

sábado, 11 de julho de 2009

"Escrevo, não por coincidência de saber escrever, mas porque florescem de mim palavras que dificilmente em outros não chegam a fazer o mesmo. Assim me sinto como um em um milhão".
(André Luiz)

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Em um só olhar

Quando olho para você tão iluminada e cheia de vida me banhando com seus raios de luz, fervo com a força que me dá, me inspiro e me deixo levar por palavras que saem de algum lugar. Não sei dizer de onde realmente, mas o mais previsto é de meu coração.
Por isso me banhe, me ilumine e acima de tudo nunca deixe de aparecer a mim quando eu precisar.

(André Luiz)

Só você

Você me faz tão feliz e eu me sinto bem ao seu lado. Seu cheiro, seu toque, seu sorriso, suas palavras, tortura boa que me deixa arrepiado e cada dia mais agarrado ao seu gosto de gostar.
Você me deixa alegre ao seu lado, cheio de esperança e compaixão, consigo escrever tudo em primeira mão e vou me apaixonando. Parece um vírus que domina corpo, alma, mente, coração...

(André Luiz)

Pode parecer

Para uns pode parecer que é apenas imaginação de nossas cabeças, para outros uma pequena brincadeira da juventude, ou uma aventurinha que logo logo acabará.
Pode parecer, podem pensar, imaginar, sabe porque? O que vale é o que sabemos e sentimos, o que fazemos para agradar de forma bem carinhosa um ao outro.
Parecemos, podemos até sermos iguais e nos sabemos, mas eles não.
Não importa, com o tempo seremos capazes de mostra-los e fazer acontecer o possível ainda melhor do que fazemos hoje.

(André Luiz)

Conciência de um querer que não se pode ter.

Não basta apenas se enrola em seus braços, te beijar, te dizer coisa bonita, te encher de esperanças no momento que é bom.
Não basta se aproveitar de você nas noites de lua estrelada e frias colando o seu corpo no meu para nos proteger do frio e nos dias de sol a pino ficar com você no canto mais quente da casa nos lambuzando com o suor que escorre por entre nossos corpos colados em busca de prazeres.
Não basta até ser como o fogo que arde em uma floresta em chamas, começando fraco e em pouco tempo se espalhando e tomando de conta de tudo.
Não basta, ainda que possamos ser ardentes mais do que imaginamos.
O que basta é ter a sua companhia, confiança depositada em mim, seu carinho dado ao decorrer do dia, sua imagem ao meu lado e acima de tudo a sua amizade. Já que não podemos nos ter por completo, fazer tudo isso na hora que quiser-mos sem magoar pessoas ao nosso lado.


(André Luiz)

Imaginar de um prazer.

Somos jovens normais como quaisquer outros.
Somos contemplados com uma força de amor que nos faz mudar quando estamos juntos.
Perdemos a noção do tempo brincando com nossas línguas entrelaçadas umas nas outras.
O inicio para grandes impulsos de excitação, até que chegue o momento em que possamos fazer coisas ainda maiores com nossos corpos.
Não são por impulsos desordenados e calmos, são com gestos livres de prazer entusiasmados, velozes, gemidos prazerosos e grandes jatos de emoção.
Fazendo isso todo o momento em que ficamos juntos, somos como o céu e as estrelas que não se separam nem em noites de trovoadas e tempestades.
Imagino isso em noites, quando me pego a olhar as estrelas.
Vejo o quanto o tempo passou e não soube olhar o prazer que me direcionava em gestos de bastante companheirismo.
Continuo olhando as estrelas e vendo o que perdi.

(André Luiz)

O porque da existência

Se não houvesse água, não haveria mar.
Se não houvesse vida, não haveria você.
Se não houvesse destino, não teríamos nos encontrado.
(Assim, se uma coisa existe é por motivo para outro existir).

(André Luiz)

O pequeno encontro

Em um beijo seu, encontro a razão do meu maior prazer.
No prazer encontro o sentir da sua carne suada encostada na minha, se deslizando encantada, gemendo de gozo por nós.

(André Luiz)

Quando quiser...

...Falar e me dar carinho, se dirija a minha pessoa como um amor.
...Beijar-me se dirija a mim como uma boca macia.
Quando ficar cansado de se dirigir a mim como muita coisa me chame.
Será a minha vez de dirigir o meu gosto de amar a ti, pois assim não esgotaremos nossas vontades.

(André Luiz)

quinta-feira, 2 de julho de 2009

O Artista Modelador


Pegue um pouco de barro nas mãos, umedeça-o, molde-o, faça uma estátua sua e outra minha, depois quebre-as, despedasse as duas, acrescente um pouco de água e vá umedecendo e moldando uma estátua sua e outra minha.
Assim haverá pedaços de você em mim e meus em você.

(Mensagem de um amor que existiu)

Olhos que são camas

Se eu pudesse em seus olhos ver brilhar o possível, penetrar neles e sentir o possível em mim, então, anjo, amada eu seria feliz.
Mas, se cosso o vento com os dedos e me debruço carregado de medo, nos vales rebeudes desta angustia, eu deixo de ser o possível e passo a ser o impossível sem ter fim.
E se miro em teus olhos tudo o que for confortante é porque sou um pobre doente que transforma retinas em camas e que morre todos os dias nos teus olhos que são leitos.


(André Luiz)

No vão, em vão

Presunçoso por mim,
Nem posso falar,
Não podes falar,
Não podes amar,
Nem posso também.
Permanecemos no querer
E adormecemos no vão, em vão.
Escuto o barulho do teu
E escutas o barulho do meu.
Coração bate...
Calamos na calha da maldita solidão.
Garantindo apenas que o tempo passe,
Tudo envelheça,
A amizade se gratifique
E dure o sonho.
Sonho...
Por um lado,
Permanecemos...
No vão...
Em vão.

(André Luiz)

Hum, vida boa.

Hum!
Que cheirinho bom!
Que maravilha é essa que provo?
Que me faz esquecer das matérias demais existentes?
Que cor bonita!
Que muda para maior ezuberância quando a toco?
Que colore todo o tempo o espaço onde fico?
Huuuuum!
Gostaria que durasse mais, pois é gostosa, cheirosa, colorida...
Há liberdade, permanesse...
Me enaltece e continua a escalar minha vida como faz todos os dias.

(André Luiz)
Memória

Abundância de rastros
Que não se cancelam
Fascinados pelo assombro
De atravessar as esperas
Com seus passos absortos
Subindo pelas árterias
Em busca de um outro corpo.

(Vera Lúcia)
Meu corpo


Meu corpo é sempre do mesmo tamanho.
Minha alma é que carrega o ofício de engordar as sombras, de esticar os membros postiços que a corpo vai juntando sem que o volume de forma, avulte junto com a roupa sem que a sombra no chão note a desproporção.



(Vera Lúcia)

Escrevo

Sem noção as palavras que ditam em minhas mãos.
E assim calado de tanta impariedade consumo o que me resta e fico sem noção do que convem.
O que convem??
Adormeço.

(André Luiz)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

O ver

Difícil seria falar de sua beleza se não a pudesse ver.
Se fosse um completo idiota em não perceber tamanha em seu ser.
Seria difícil, mas não é, pois...
Vejo no teu olhar a singeleza de um ser natural, recatado...
Vejo na tua boca a mais surpreendente noção de lábios majestosos...
Vejo em teu rosto a mais perfeita expressão de felicidade quando estamos juntos...
Vejo em teu corpo o meu desejo árduo de possuir...
Vejo...
Vejo, e vou continuar,
Mesmo que tudo isso seja mera imaginação.

(André Luiz)

Tonteira por giração

O mundo gira...
O pião gira...
Fico tonto sem conseguir me posicionar em pé.
Cambaleio de um lado para o outro.
Frente, costa, já não sei qual é qual.
Me deixa enjoado.
Faço um circulo com restos.
Vomito a raiva, a agressão...
Tortura...
Paro.
O mundo ainda gira...
O pião para, pois não tem mais força.
Eu paro.
O mundo gira...
Gira...

(André Luiz)

Na vida, parte boa também é o medo.

O medo encara e me deixa ainda mais completo.
Me muda, me domina, me faz agir como ele quer. Me promete coisas que... Me ezige, enaltece, sobressalta minha coragem, me domina ainda mais e me faz arder em seu leito.
Transpassa coisas em meu olhar que fico pensando se realmente é essa a verdade.
Me deixa inseguro.
Observo mudo tudo o que ele faz.
E vejo um defeito imenso em sua aparente perfeição.
Sem grandiosa capacidade de completar o feito, para de encarar.
Ele me deixava cada vez mais completo.
"A vida é como uma capsula que em alguns momentos não está totalmente preenchida, precisando dessas situações para nos sentir-mos meramente completos".


(André Luiz)

Ser hoje o melhor do que foi ontem

Mudanças ocorrem...
Reconhecimentos de onde errei.
Em segundos,
Estranhas mudanças...
Analises de passos.
Reclamações de coisas distintas,
Caminhos mal percorridos,
Satisfações de permanência estadas.
Do que fiz ontem...
Percepções do que foi.
Demonstrações do que sou.
E ainda como será?
Reconhecimento de pontos dados,
Pensando no assunto que ocorrerá.
Estranhas mudanças...
Analises de pessoa.
Sendo hoje o que não foi ontem.
Sendo cada vez melhor o que virá.

(André Luiz)

Pequeno dizer...

"Se me tivesse em mão, não faria com tal perfeição essa deliciosa degustação de nossa vivência".

(André Luiz)

Tenho, ter. Ter, tenho quase tudo.

Eu tenho a escrita na palma da mão.
Tenho a mão.
Tenho a palavra na ponta da lingua.
Tenho a lingua.
Tenho a força nos braços.
Tenho os braços.
Tenho o pensamento na cabeça.
Tenho a cabeça.
Tenho...
Tenho amor a uma pessoa.
Não tenho a pessoa.
Eu tenho quase tudo
Mas, não adianta o tudo.
Que sentido a vida teria
Se eu conseguisse ter?
Tenho, ter, tudo...
Não o tenho.
Nem o quero ter.
Tenho o que me pertence,
Tenho o que pertenço ter.

(André Luiz)

Parabéns a um amigo.

Hoje é seu dia!!!
Que bom comemorar.
Não lhe faltam cortesias,
Amigos, boa ventura para te dar.
Você é um ser diferente dos demais.
É o que passa a demonstrar.
Suas loucuras intermináveis.
Isso é o que percebemos sem parar.
Parabéns!!
Hoje, amanhã e os dias que virão,
Pois você merece
Me amigo.
São simples as palavras,
Mas são de coração.

(André Luiz)

Escritas em tempo e espaço

Para que escrever algo se é nos meus gestos que estão todas as maravilhas que quero te dizer?
No tocar de minhas mãos,
O acariciar de tua pele.
No olhar,
A verdade de te ter como amiga.
No abraçar,
O carinho que sinto por ti.
No falar,
A proteção que tenho a você.
No respirar,
A afegação no simples momento de estar ao teu lado.
No ouvir,
A atenção em tuas palavras.
Assim, de gestos em gestos te digo cada dia que te adoro.
Só escrevemos ou falamos algo quando conquistamos o espaço e tempo necessário.
E isso eu possou.

(André Luiz)

sábado, 27 de junho de 2009

Cantar dos corpos.

Dois corpos perto de mim
E a única coisa que escuto
É o som de suas respirações
O silêncio só não permanece ao meu lado,
Porque existe um cantar.
E os corpos ainda continuam no mesmo estado.
Parados...
Sem se incomodar...
Canta...
Os corpos ainda parados.
A respiração,
Eis o sinal de que há vida
E eu?
Respiro...
Canto e escrevo.

(André Luiz)

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Aprendi...


Aprendi a conhecer você assim como os pássaros conhecem seus caminhos sem dúvidas num voou livre que se abre ao infinito.
Aprendi a caminhar pra você assim como os rios caminham numa só direção, num rumo direto de correntezas, de passos firmes como água.
Aprendi a respeitar você assim como as estrelas respeitam o brilho da lua que se sabem que como ela só existe uma única no mundo.
Aprendi a brigar com você como as ondas do mar. Que brigam e se debatem inutilmente para depois se transformarem em suaves espumas na areia.
Aprendi a entender você assim como as montanhas entendem as nuvens como que pedindo a chuva para suas relvas sedentas.
Aprendi a curtir você assim como os pássaros curtem a liberdade, os rios as águas, as estrelas o céu, as ondas o mar e as montanhas seus campos.
Aprendi a amar você com o amor mais puro e sublime que possa existir, assim como Deus eternamente, assim como a mim mesma ou talvez um pouco mais.

(Carta de um amor que existiu)

Pequeno pensamento

"A liberdade é imcompátivel com o amor: Um amante é sempre um escravo".

(André Luiz)

Lembrança à uma doida

Alegre simpática e sorridente
Atraente pelo modo de ser
Gênia por assim saber
Da sua força maior
A uma amizade se ter
Contagia a quem possa imaginar
Sempre...
Sempre pronta para endoidar
Companheira de loucura
Doida, assim passamos a chamar

(André Luiz)

domingo, 14 de junho de 2009

Corrida de vida

Corro, suando minha vida a procura da linha de chegada, passando apressado por lugares importantes onde encontro pessoas importantes, mas que não me param para conversar.
Sempre estou correndo e quando percebo que ligeiramente passei já estou muito distante para voltar.
Quando alcançar a linha de chegada e encontrar a luz poderei assim dizer que fui ou serei amigo dos amigos que são amigos, mas ai já estarei ocupado, casado, cuidando de filhos que são meus filhos, que não totalmente assim, pois são adotivos.
Um dia serei mais seguro como um homem que completa seus 30 anos.

(André Luiz)

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Ser em encaixe

Ser alguém que veja através não é ruim.
Ruim é o que s pessoas pensam errado de você por isso.
Ser cortez com todos não é problema.
Problema é o que vem depois da cortezia por terem pensado errado de você.
Ser compaheiro de todos os momentos não é errado.
Errado é o que pensam por sua cortezia para com o companherismo com alguém.
Ser alguém, em fim, é difícil.
Difícil ainda é não ser ninguém.
Não há mera condição com tal possibilidade pensada.
Somos...
Um alguém cortez, companheiro, somos e não podemos dizer que não.

(André Luiz)

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Uma semente chamada AMIZADE

Certa vez, parei diante de ti e te coloquei nas mãos grandes e calejadas por tamanha batalha do dia uma pequenina bolota e me perguntou se era algo que depois que virássemos as costas poderia jogar fora, pois a única coisa que falei é que aquilo pertencia a você.
Fiz isso não só com você, mas com várias pessoas e sempre tomando a posição de não se pronunciar mais a quem quer que fosse.
Esperei...
Pena que o resultado não foi igual para todos embora tenham recebido da mesma semente.
Algumas árvores cresceram, umas apenas brotaram pequenos ramos, outras nem germinaram.
A floresta que se formava era cheia de falhas deixando o sol a pino penetrar no solo, não haviam árvores para formarem sombra.
Percebi que as que não germinaram foi pelo fato de não serem regadas e mal sabia cada dono que aquela semente que não brotara era a nossa amizade que foi dada desde o início.
“Assim como as árvores são as nossas amizades, se não forem regadas no tempo certo não irão nem se quer brotar. Cada uma requer um gosto maior em ter cada dono da semente ao lado com sua árvore grande e forte”.

(André Luiz)

terça-feira, 9 de junho de 2009




Arma De Caça (Elephant Gun)



Se eu fosse jovem, eu fugiria desta cidade
Eu esconderia meus sonhos debaixo da terra
Assim como eu, nós bebemos até morrer, nós bebemos à noite
Longe de casa, com armas de caça
Vamos abatê-los um por um
Nós vamos derrubá-lo, ele não foi encontrado, não está por aí
Que comece a temporada - onde tudo é certo e errado
Que comece a temporada - abatamos os grandes animais
Que comece a temporada - onde tudo é certo e errado
Que comece a temporada - abatamos os grandes animais
E ele rompe através do silêncio do nosso acampamento à noite
E ele rompe através da noite, a noite toda, toda a noite
E ele rompe através do silêncio do nosso acampamento à noite
E ele rompe através do silêncio, tudo o que resta é o que quero esconder


(Beirut)

O valor inesplicável do dia

Um dia vale mais que mil anos embora seja menor, tenha pouco espaço e não demore muito.
Um dia são apenas vinte e quatro horas, isso se sabe.
Um dia é uma eternidade se soubermos viver os momentos.
Tenha-o como o último...
Absorva sua energia e viva o que de bom nela há.
Valendo as presenças que marcam...
Um só dia.
Qual o valor?
(André Luiz)

Para muitos e não para poucos

É tanta precariedade que vemos nesse mundo em que vivemos e que muitos fingem viver!
Vistosas vidinhas são enfeitadas com colorido e farças de que tudo está perfeito diante da verdadeira realidade.
Homens oriundos se deixam levar pela supremacia do dia, pela superioridade de algo que vala mais e que com consequências mesmas devastadoras operam ordens de um sim.
Enquanto isso estamos nós em um outro patamar, lugar... Objetos por muitos visto como despresos, mal sabem que o que veem são imagens distorcidas da sua realidade fraca e mesquinha, pois somos de uma maior guarnição de força perante a eles. Maiores educações nos são dadas, vivemos na realidade, sofremos para ter o que queremos, não passamos adiante com uma total facilidade.
Alguns bastardos, outos oriundos, sem conceito do que é um bem viver maior.
"Todo conto de fada um dia se finaliza para dar-se início a outro".

(André Luiz)

sexta-feira, 29 de maio de 2009

"O mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio que ser salvos pela crítica".
(Normam)

Sonho por uma Capitu

Dança e me fixa o olhar tão linheiro que me faz acompanhar tropeçando ao ver tanta beleza.
Magnifica me embala com a música a tocar, sendo essa as batidas fortes de nossos corações que em ritmos acelerados formam uma linda orquestra.
Enquanto dançamos pelo lindo salão você vai rabiscando no chão todo o nosso percurso, escreve todas as palavras que surgem em seu pensamento e sempre com o olhar fixo em mim me dando a certeza de tua preseça.
Após tanto se entregar a esse dança, percebo que o bom tempo que tinha livre passou e nossos corpos param aleatóriamente, apertando o pause de nossos corpos.
Olho o espaço e vejo o trajeto que fizemos parando no mesmo lugar onde haviamos começado.
Paramos... Continuando na noite seguinte o sonho.

(André Luiz)

Passadas trôpegas

Caminhava até mim em passos calmos a se estranhar.
Um pé a frente do outro, rasteiro, sem rumo reto e sim curvo, trôpego.
Caiu, levantou-se... Continuou a caminhar.
Passos calmos, rasteiros, curvos, trôpegos...
Demorou minutos, mas, conseguiu chegar.
Fazendo embaralhar até as palavras que de sua boca saia.
Não se fazia um só minuto calar.
Ele assim dizia...
... Eu quero...
... Eu quero...
... Uahghtm...

(André Luiz)


"Atiramos o passado no abismo, mas não nos enclinamos para ver se ele está bem morto."

(Willian Shakespeare)

Pequeno dizer...

Tanta gente
Tanto chão
Tantos espaços percorridos em vão
Só o meu eu incompleto
Espera alguém surgir
Para ficar ao meu lado
No lado a sorrir

(Andre Luiz)

Meu coração aperta

Não sei ao certo o porque
Simplismente não consigo entender
És um a mim e um outro a ver
Diante das demais

Não compreende a falta
Melancolia, tristeza...
Que assola-me sem eu saber
Do porque...

Porque?
Não és somente um
Sendo com ou sem
A qual falta se tem?

Quando quer saber de mim
Passou...
Já é outro dia
E me pergunto: -O que sobrou?

Não sei ao certo o porque de tudo
Nem sei o que fazer
Nessas horas de absurdo
Meu coração aperta...

Por ti, ainda aperta sem razão
Do medo de seguir
As estrelas de antimão
Que há tempos não percorre mais

Como diz o velho
Quando não procurar por ela
Ela se vai tocar pelo que perdeu
Nessa caminha incerta

E volta o caminho
A procura de achar
O mesmo coração que a ela amava
E que não soube ela amar

Meu coração aperta
Sem magoa e sem dor
Pois, nele sim, há um vago torpor
De tristeza batida e dor... Dor...

Dor aflita
No caminho e em fim
A procura esperada de razão
Do porque de a diferenciação

Meu coração aperta
Doi... Entristece...
Amadurece... Percorre sem prece...
Mas não em suas mãos

(André Luiz)

Balada da noite para o dia (Parte 01)

Dançamos a noite toda sobre os raios da lua e a luz das estrelas. Ritmados no compasso do som da música que emanava por todos os lados do formoso espaço.
Mão segurando mão, pé no mesmo sentido em um ritmo só, olhos cautelosos vidrados uns nos outros dizendo algo de total proporção para o momento.
Sem cançar, não paramos de dançar a noite toda e quando menos esperamos somos surpreendidos com uma nova música. Dessa vez é o sol que resolve aparecer cantando, embalando um novo ritmo. Agora saimos.
Em outro espaço mais reservado ainda não deixamos de dançar, pelo contrário, agora é que nossos corpos comungam mais ainda o prazer de estarmos juntos.
Nossos braços se unem, assim como nossos peitorais, pernas, cabeças... Talvez em um simples momento de possuir aquele amontoado de carne saborosa, suculenta...
A dança, já não permanece no mesmo ritmo, o tilintar das horas fazem com que cheguemos ao ponto crucial de parar e deixar para depois a continuação da balada de corpos.

(André Luiz)

Querer do fim de umas perturbações.

Ouço ruidos estrondosos que vem de perto, rasgam meus ouvidos e estremessem minha estrutura que já se encontra abalada e sem um pouco de condições para aguentar novamente outra explosão.
Hufa!! Eles pararam, agora ouço somente estalos estarrecedores, mas até esses me deixam perturbados. Parem! Parem!
Quero ir para longe daqui, deixar tudo o que me perturba para trás e viver ao somente ao lado da natural calmaria. Quero ser um ser com poucas preocupações...

(André Luiz)

Permaneço...

Sem calor
Sem estar
Sem calar
Sem ar
Sem soprar
Sem respirar
Sem pensar
Sem parar
Sem ficar
Sem...
Com frio
Em outro lugar
Falando
Com ar
Soprando
Respirando
Pensando
Movendo-se
Ou seja
Livre de você
Permaneço...

(André Luiz)

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Pequeno dizer...

Pode ser que amanhã não exista a oportunidade de te dizer algo.
Pode aparecer riscos para correr assim como uma tranquilidade e nada mais.
Sempre amanhã...
Porque não hoje?
Pode ser que sim.
Pode ser que não.
Pode...
Nunca saberemos o momento ou dia para ser...
Amanhã.
Agora!

(André Luiz)

Calo-me e se quiser...

Diante de ti, não uso mais minhas palavras sejam elas quais forem, alegria, tristeza, sabedoria...
Irei somente... Os dias serão esquecidos e passarão a ser solitários por causa de suas más acomodações perante a realidade que você quer acreditar. Eu? Calo-me! Você? Se quiseres podes continuar a se lastimar, mas bem longe de mim. Quando quiseres de volta minhas verdadeiras palavras, se transforma em calma noite assim como eu, apresso, conjunto... Aqui fica registrado meu querer, do que de ante mão quero fazer e mesmo que isso não seja bom para mim ou para você, calo-me hoje e continuarei calado em todas as demais noites. Até...

(André Luiz)

Rabiscos de um mundo imaginário.

Rabisco papéis tentando escrever um mundo diferente do que posso ver.
Com velocidade em minha mão vou escrevendo com presição.
Pois está diante de nós!
É fazer do uso da imaginação para algo que queira mudar.
Por em pratica o que imaginar.
Diante do amanhecer, entardecer, use-se do ser.
Escreva tudo e só assim verá de fato.
Da imaginaçãoa a reluzir, do mundo a encontrar o que queres expandir.

(André Luiz)

Viagem ao centro de mim.

Dia-a-dia, viajo pelo céu, pelo mar, ai... Mergulho nessas áquas e vejo a quem se doa infinito a mim.
Ao ver de longe tudo o que faz, mesmo que não agrade a mim ou a outro, permaneço intacto no meu lugar, pensativo imaginando ao meu lado estar.
Rio, querendo só te ter, te tocar, sentir teu perfume, teus lábios beijar, me deixar iludir só pela forma de amar e pelo jeito tão sério que a todos faz agradar.
Já agora, só me deixo pensar em você, não sendo obseção e sim desejo que existe em meu coração.
Assim se isso nunca passar, acontecer, o que sei é que sempre lembrarei de você. Meu amor em mim solidão.
Noites a fio não deixarei de navegar enfrentando tormentas, tempestades no ar, no mar... Continuarei a procura de alguém que me ame e possa amar.

(André Luiz)

Posso ter defeitos...


"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e que posso evitar que ela vá a falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas.
Um dia vou construir um castelo..."


(Fernando Pessoa)

Como é por dentro outra pessoa.

video
Como é por dentro outra pessoa quem é que o saberá sonhar? A alma de outrem é outro universo com que não há comunicação possível, com que não há verdadeiro entendimento. Nada sabemos da alma senão da nossa; as dos outros são olhares, são gestos, são palavras, com a suposição de qualquer semelhança no fundo.